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Duas primeiras semanas de fevereiro tem superávit de US$ 1,069 bilhão

Nas duas primeiras semanas de fevereiro de 2018, com seis dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,069 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,865 bilhões e importações de US$ 3,795 bilhões. No ano, as vendas externas somam US$ 23,444 bilhões e as compras no exterior, US$ 20,182 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,262 bilhões. Acesse aqui os dados completos da balança comercial semanal.

Mês

Nas exportações, se compararmos a média até a segunda semana de fevereiro deste ano (US$ 810,8 milhões) com a de fevereiro do ano passado (US$ 944,6 milhões), houve queda de 14,2%, em razão, principalmente, da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-27,5%, influenciada pela redução nas vendas ao exterior de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, tratores e veículos de carga) e semimanufaturados (-12,1%, por conta, principalmente, de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, óleo de soja em bruto, açúcar de cana em bruto e semimanufaturados de ferro e aço). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (0,6%, devido, principalmente, a soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, café em grãos, carnes bovina e de frango, e fumo em folhas). Em relação a janeiro de 2019, houve queda de 4%, em virtude da redução nas vendas de produtos semimanufaturados (-17,1%) e produtos manufaturados (-4,4%), enquanto que subiram as vendas de produtos básicos (1%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de fevereiro de 2019, de US$ 632,6 milhões, ficou 21% abaixo da média de fevereiro de 2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-38,0%), veículos automóveis e partes (-26,6%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-16,3%), equipamentos mecânicos (-6,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-4,9%). Na comparação com janeiro de 2019, houve queda de 15,1%, pela diminuição nas compras de bebidas e álcool (-29,0%), combustíveis e lubrificantes (-24,3%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-6,1%), veículos automóveis e partes (-5,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-3%).

Fonte: Ministério da Industria, Comércio Exterior e Serviço.

Superávit da balança soma US$ 2,192 bi

Data de publicação: 04/02/2019

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,192 bilhões em janeiro, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Economia em 01/02 (sexta-feira).

O saldo foi 22,4% menor do que o registrado em janeiro do ano passado, quando a balança comercial teve saldo positivo de US$ 2 768 bilhões. No mês passado, as exportações somaram uma alta de 9,1% ante janeiro de 2018. Já as importações deram um salto de 15,4% na comparação.
Fonte:Diário do Comércio e Indústria - DCI

Sinais mistos nas contas externas

Data de publicação: 29/01/2019

Com reservas de US$ 374,7 bilhões, balança comercial com amplo superávit e ingresso ainda robusto de investimentos estrangeiros diretos, o presidente Jair Bolsonaro recebe as contas externas do País em condições bem satisfatórias. O volume de reservas proporciona segurança em relação à dívida externa. Do lado do balanço de pagamentos, nenhuma grande pressão imediata se manifesta. Mas, apesar desses números, a equipe econômica deve dar atenção a alguns sinais de perigo no balanço de pagamentos de 2018. O primeiro sinal de alerta aparece no comércio de bens. As exportações ainda superaram as importações por uma diferença de US$ 53,6 bilhões, um resultado satisfatório, embora inferior ao do ano passado, quando o superávit comercial chegou a US$ 64 bilhões. No Brasil, um sólido superávit comercial é sempre necessário para compensar o déficit nas contas de serviços e de rendas. Essa característica do balanço de pagamentos brasileiro poderá ser superada algum dia, mas ainda vai perdurar, com certeza, por vários anos. 

Fonte:O Estado de S.Paulo

Segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão na balança comercial brasileira

Na segunda semana de janeiro, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 1,766 bilhão. Este foi o resultado das exportações no valor de US$ 5,406 bilhões, menos as importações registradas no período, que foram de US$ 3,640 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 9,224 bilhões e as compras no exterior chegam a US$ 5,613 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,611 bilhões.

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,081 bilhão, o que representa 15,1% menos que a média de US$ 1,273 da primeira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-45,2%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, minério de cobre, carnes de frango e bovina, fumo em folhas) e de semimanufaturados (-23,7%, em razão de ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, produtos semimanufaturados de ferro ou aço, catodos de cobre, açúcar em bruto).

Por outro lado, cresceram as vendas de produtos manufaturados (46,1%, por conta, principalmente, de plataforma de extração de petróleo, máquinas e aparelhos para terraplanagem, tubos flexíveis de ferro ou aço, tubos de ferro fundido, suco de laranja não congelado, óleos combustíveis).

Nas importações, houve crescimento de 10,7%, sobre igual período comparativo (média da segunda semana, US$ 728 milhões sobre a média da primeira semana, US$ 657,7 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, automóveis e partes, adubos e fertilizantes, borracha, plásticos e obras.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 1,153 bilhão) com a média de janeiro de 2018 (US$ 774 milhões), houve crescimento de 49% em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (67,6%, por conta de plataforma de extração de petróleo, aviões, gasolina, laminados planos de ferro ou aço, óleos combustíveis, veículos de carga), básicos (49,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, soja em grão, farelo de soja, algodão em bruto) e semimanufaturados (29,6%, em função de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, catodos de cobre, ferro fundido).

Em relação a dezembro de 2018, houve crescimento de 17,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (36,7%), semimanufaturados (16,5%) e básicos (4,6%). Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 701,7 milhões) ficou 8,7% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (67,8%), alumínio e suas obras (42,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,4%), plásticos e obras (20,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (11,8%). Sobre dezembro de 2018, as importações cresceram 8,6% em função de equipamentos eletroeletrônicos (52,9%), plásticos e obras (47,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,9%), veículos automóveis e partes (13,2%) e equipamentos mecânicos (12%).

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério

Balança comercial tem superávit de US$ 1,887 bilhão

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,887 bilhão na primeira semana de janeiro de 2019 que teve três dias úteis. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 3,860 bilhões e importações de US$ 1,973 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de janeiro de 2019 (US$ 1,287 bilhão) com a de janeiro de 2018 (US$ 774 milhões), houve crescimento de 66,2%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (110,8%, principalmente petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, soja em grãos, milho em grãos); semimanufaturados (54,8%, em especial semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre) e manufaturados (30,4%, principalmente laminados planos de ferro ou aço, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, gasolina, veículos de carga).

Em comparação a dezembro de 2018, houve crescimento de 31,6%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (47,8%, de US$ 489,6 milhões para US$ 723,6 milhões); semimanufaturados (39,2%, de US$ 132,9 milhões para US$ 185,0 milhões) e manufaturados (6,4%, de US$ 355,3 milhões para US$ 378 milhões).

Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro de 2019 (de US$ 657,7 milhões) ficou 1,9% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (47,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (44,1%), cereais e produtos da indústria da moagem (39%), plásticos e obras (14,3%), equipamentos eletroeletrônicos (11%). Em relação a dezembro do ano passado, houve crescimento nas importações de 1,8%, pelo aumento das compras de equipamentos eletroeletrônicos (51,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (50,1%), plásticos e obras (40,3%), borrachas e obras (30,9%) e siderúrgicos (23,1%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Balança comercial tem superávit de US$ 1,3 bilhão na primeira semana do outubro

A balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de outubro, superávit de US$ 1,272 bilhão. No período as exportações foram de de US$ 5,011 bilhões e importações de US$ 3,739 bilhões. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 184,670 bilhões e as importações, US$ 139,084 bilhões, com saldo positivo de US$ 45,586 bilhões.

Na primeira semana de outubro de 2018, exportações cresceram 11,5% em relação ao mês de outubro do ano passado. A comparação foi feita pelo desempenho da média diária dos embarques: US$ 1,002 bilhão versus US$ 898,7 milhões. Nesse cenário, cresceram as vendas brasileiras de produtos básicos (28,5%) - puxadas por soja em grãos, petróleo em bruto, minério cobre, minério de manganês, farelo de soja e carne bovina - e de produtos manufaturados (4,8%) - devido a óleos combustíveis, gasolina, partes de motores e turbinas de aviação, etanol, ônibus e outros veículos para mais de 10 pessoas. Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos semimanufaturados (-10,3%) - por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, couros e peles, catodos de cobre, óleo de soja em bruto.

Em relação a setembro passado, quando a média diária das exportações foi de US$ 1,003 bilhão, houve leve diminuição de 0,1%, em virtude das vendas de produtos semimanufaturados (-14,9%). As exportações de produtos manufaturados e básicos cresceram 5,8% e 0,5%, respectivamente.

A média diária das importações na primeira semana do mês (US$ 747,8 milhões) ficou 14,8% acima da média registrada em outubro do ano passado (US$ 651,4 milhões). Nesse comparativo, houve crescimento das aquisições de adubos e fertilizantes (44,7%), combustíveis e lubrificantes (37,9%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (33,3%), produtos plásticos e suas obras (21,6%) e equipamentos mecânicos (8,1%). Ante setembro deste ano (média diária de 742,9 milhões), as importações cresceram 0,7%, devido a combustíveis e lubrificantes (41,7%), filamentos e fibras sintéticas e artificiais (27,6%), produtos plásticos e suas obras (10,7%), equipamentos mecânicos (5,4%) e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (2,6%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Superávit da balança comercial cai 20% nos nove primeiros meses do ano

O aumento das importações em ritmo maior que o das exportações fez o superávit da balança comercial acumular queda nos nove primeiros meses do ano. De janeiro a setembro, o país vendeu para o exterior US$ 42,648 bilhões a mais do que comprou, recuo de 19,9% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 53,258 bilhões).

Os números foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Apenas em setembro, o superávit comercial somou US$ 4,971 bilhões, queda de 3,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apesar do recuo, esse é o segundo melhor resultado da história para o mês, perdendo apenas para setembro de 2017 (US$ 5,171 bilhões).

No acumulado do ano, as exportações somaram US$ 177,991 bilhões, aumento de 8,1% sobre os mesmos meses de 2017 pelo critério da média diária. Beneficiadas pela recuperação da economia, as importações totalizaram US$ 135,343 bilhões, alta de 21,6% também pelo critério da média diária.

No resultado mensal, as exportações totalizaram US$ 19,087 bilhões em setembro (crescimento de 7,7% pela média diária). As importações somaram US$ 14,116 bilhões (alta de 10,2% na mesma comparação).

Composição

O crescimento das exportações em setembro foi puxado pelas vendas de produtos básicos (+21,1%), beneficiadas pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). As vendas de semimanufaturados aumentaram 3%. No entanto, as exportações de manufaturados recuaram 4,2% em relação a setembro do ano passado.

Em relação às importações, o crescimento foi puxado pela compra de combustíveis e lubrificantes (24,7%), influenciado pela alta na cotação internacional do petróleo. A aquisição de bens intermediários subiu 10%, seguida da compra de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção), com alta de 5,9%. A importação de bens de consumo cresceu 1,1%.

Estimativas

Em 2017, a balança comercial fechou com saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado da história para um ano fechado desde o início da série histórica, em 1989. Para este ano, o MDIC estima superávit em torno de US$ 50 bilhões, o que seria o segundo melhor resultado da história.

O mercado está mais otimista. Na última edição do boletim Focus, pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central, as instituições financeiras projetaram superávit de US$ 54,6 bilhões para este ano. No Relatório de Inflação, divulgado na semana passada, o Banco Central previu resultado positivo de US$ 55,3 bilhões, com exportações de US$ 231 bilhões e importações em US$ 175,7 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

MDIC divulga balança comercial de agosto

No mês, superávit é de US$ 3,7 bilhões e, nos oito primeiros meses do ano, de US$ 37,8 bilhões

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou, nesta segunda-feira (03.09) em coletiva de imprensa, os dados da balança comercial de agosto de 2018. O saldo comercial do mês apresentou superávit de US$ 3,7 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 22,5 bilhões e importações de US$ 18,8 bilhões. No acumulado do ano, o resultado é um superávit de US$ 37,8 bilhões.

Segundo o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, as exportações no mês passado tiveram um crescimento de 15,8% na média diária em relação a agosto de 2017. Ele destacou que esse foi o segundo maior valor exportado para meses de agosto da série histórica, registrada desde 1998, só atrás de agosto de 2011, cujas vendas externas somaram US$ 26,1 bilhões.

O crescimento das exportações em agosto deve-se, principalmente, aos embarques de soja em grãos (43,7%), com recorde no volume e valor exportados para meses de agosto, de 8,1 milhões de toneladas e US$ 3,2 milhões respectivamente. Também foram destaque no mês as exportações de petróleo (29,3%), aviões (105%), minério de ferro (23%) e uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,3 bilhão, que foi exportada para o Panamá.

O valor importado em agosto (US$ 18,8 bilhões) representa um crescimento de 35,3% pela média diária em relação ao mesmo período de 2017 e é o quinto maior valor importado em meses de agosto - o maior valor de importações ocorreu em 2011 (US$ 22,3 bilhões). Abrão ressaltou que agosto de 2018 foi o 21° mês consecutivo de aumento das compras externas e o 13° de crescimento nas importações de bens de capital.

Acumulado de oito meses

Em relação ao acumulado de 2018, as exportações somaram US$ 159 bilhões, um aumento de 8,3% pela média diária em relação ao mesmo período do ano passado, e as importações, US$ 121,1 bilhões, crescimento de 23,1%. O superávit de US$ 37,8 bilhões é o segundo maior saldo comercial dos primeiros dois quadrimestres da série histórica, só menor que o registrado ano passado, de US$ 48,1 bilhões.

O secretário de Comércio Exterior destacou ainda que houve crescimento nas vendas para os principais destinos dos produtos brasileiros, com destaque para China (19,9%), Estados Unidos (4,1%), Mercosul (4,9%) e União Européia (20,3%). O aumento nas importações da China (41%), dos Estados Unidos (11%), do México (28,2), da Argentina (17,4%) e da União Européia (14,8%) também foram destaque na balança comercial do acumulado do ano.

Fonte: Ministério do Industria, Comércio Exterior e Serviços

Balança tem superávit de U$ 1,6 bi na terceira semana de agosto

Na terceira semana de agosto de 2018, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,682 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,389 bilhões e importações de US$ 3,707 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 12,234 bilhões e as importações, US$ 9,481 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,753 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 148,694 bilhões e as importações, US$ 111,905 bilhões, com saldo positivo de US$ 36,789 bilhões.

A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 1,078 bilhão, 26% acima da média de US$ 855,6 milhões registrados até a 2ª semana, em razão do crescimento nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (33,4%, em razão, principalmente, de aviões, aquecedores, secadores e partes, veículos de carga, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores para veículos, tubos flexíveis de ferro e aço), básicos (25,8%, puxado por petróleo em bruto, soja em grãos, café em grãos, minério de cobre, cinzas e resíduos de metais preciosos) e semimanufaturados (1%, em razão de celulose, ferro-ligas, couros e peles, madeira em estilhas, estanho em bruto e catodos de cobre).

Do lado das importações (US$ 741,4 milhões), houve aumento de 2,7%, em relação à média até a 2ª semana, (US$ 721,7 milhões), explicada, principalmente, pelo crescimento nos gastos com aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, cereais e produtos da indústria da moagem e químicos orgânicos e inorgânicos.

Análise do mês

Na análise do mês de agosto, houve crescimento de 11,2% nas exportações, na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 941,1 milhões contra US$ 846,6 milhões), em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (21,8%, principalmente, de soja em grãos, petróleo em bruto, carne bovina, farelo de soja, minério de ferro) e manufaturados (14,7%, por conta de aquecedores, secadores e partes, motores e turbinas para aviação, aviões, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-20,5%, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, ouro em formas semimanufaturadas).

Relativamente a julho de 2018, houve retração de 9,5%, em virtude da queda nas vendas de produtos básicos (-19,5%) e semimanufaturados (-11,8%), enquanto cresceram as vendas de produtos manufaturados (9,8%).

Nas importações, a média diária até a 3ª semana do mês (US$ 729,3 milhões), ficou 20,9% acima da média de agosto de 2017 (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (50,9%), veículos automóveis e partes (39,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,1%), equipamentos mecânicos (15,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,4%). Comparadas com julho de 2018, houve queda de 13,9%, pela diminuição em bebidas e álcool (-20,3%), cobre e obras (-20,1%), alumínio e obras (-7,5%), equipamentos mecânicos (-3,5%) e siderúrgicos (-2,9%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Balança comercial registra déficit na segunda semana de agosto

A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 277 milhões na segunda semana de agosto. informou hoje (13) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Foram registradas no período exportações de US$ 3,444 milhões e importações de US$ 3,721. 

A média das exportações da segunda semana do mês chegou a US$ 688,8 milhões, 12,8% abaixo da registrada na primeira semana (US$ 789,9 milhões), em razão da queda nas exportações de semimanufaturados (-35,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto e ouro em formas semimanufaturadas.

Também caíram, nesse comparativo, as vendas externas de produtos básicos (-11,0%), principalmente de petróleo em bruto, carnes bovina e de frango e café em grãos, e de manufaturados (-8,4%), em razão de etanol, motores para automóveis e tubos flexíveis de ferro e aço.

Já as importações registraram aumento de 8,8% da primeira para segunda semana de agosto. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, equipamentos elétricos e eletrônico.

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 5,814 bilhões e as importações, US$ 5,773 bilhões, com saldo positivo de US$ 41 milhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 34,077 bilhões, com exportações de US$ 142,274 bilhões e importações de US$ 108,197 bilhões.

Comparativo

Na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações na segunda semana de agosto caíram 14,2% no geral, em razão da diminuição na venda de produtos semimanufaturados, como ferro, aço, açúcar em bruto, ferro-ligas, couros e peles, manteiga, gordura e óleo de cacau, que totalizaram retração de 30,3% (de US$ 121,4 milhões para US$ 84,6 milhões); manufaturados, que registrou queda de 18,6%, passando de de US$ 315,8 milhões para US$ 257,0 milhões, por conta de aviões, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, veículos de carga.

As vendas de básicos, como milho em grãos, carnes suína, bovina e de frango, café em grãos, minério de cobre e algodão bruto caíram 2,9%, de US$ 390,2 milhões para US$ 378,9 milhões.

Nas importações, a média diária até a segunda semana deste mês ficou em US$ 721,7 milhões, 19,6% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (32,8%), combustíveis e lubrificantes (32,3%), veículos automóveis e partes (25,2%), equipamentos mecânicos (17,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (13,6%).

Fonte: Agência Brasil

Importações fazem superávit comercial cair 19,6% de janeiro a julho

O crescimento das importações em ritmo maior que o das exportações fez o saldo da balança comercial cair nos sete primeiros meses do ano. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país exportou US$ 34,160 bilhões a mais do que importou no período de janeiro a julho. O superávit é 19,6% inferior ao do mesmo período do ano passado (US$ 42,496 bilhões).

Apesar do recuo, o superávit foi o segundo melhor da história para o período. Em julho, o Brasil exportou US$ 4,227 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 35,8% em relação ao superávit registrado em julho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, perdendo para julho de 2017 (US$ 6,285 bilhões) e de 2016 (US$ 4,575 bilhões).

Recuperação da economia

Depois de fechar 2017 com superávit recorde de US$ 67 bilhões, o saldo da balança comercial tem registrado recuo no primeiro semestre, provocado principalmente pelo desempenho das importações, que cresceram 21,1% pela média diária, somando US$ 102,423 bilhões nos sete primeiros meses do ano. A alta, de acordo com o ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção), cujas importações subiram 83,7% de janeiro a julho.

As exportações também aumentaram, mas em ritmo menor. Nos sete primeiros meses de 2018, o país vendeu ao exterior US$ 136,582 bilhões, valor 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a pasta, as vendas de produtos primários, como commodities (bens primários com cotação internacional) subiram 10,6% de janeiro a julho.

As vendas de produtos manufaturados aumentaram 6,6% em 2018, mas as exportações de bens semimanufaturados acumulam queda de 1,4% no ano, influenciadas principalmente pela queda no preço internacional do açúcar bruto.

Estimativa para 2018

Oficialmente, o ministério estima superávit em torno de US$ 50 bilhões neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 58,06 bilhões para este ano.

Fonte: Agência Brasil

Exportações em julho crescem 16,4% em relação a 2017

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em julho, com exportações de US$ 22,8 bilhões e importações de US$ 18,6 bilhões. Este é o segundo melhor saldo comercial para meses de julho da série histórica, atrás do que foi registrado em 2017, de US$ 6,3 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Em relação a julho de 2017, os embarques ao exterior tiveram crescimento de 16,4% pela média diária. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do MDIC, Herlon Brandão, no mês houve crescimento nas exportações de autopeças (331,7%), óleos brutos de petróleo (112,1%), soja (53,4%), minério de ferro (47%) e plataformas de petróleo (31,6%).

Já as importações tiveram crescimento de 42,7% pela média diária em relação a julho do ano passado. Brandão destacou que a compra de duas plataformas de petróleo de US$ 1,6 bilhão cada tiveram impacto nesse resultado.

No acumulado de 2018, quando comparado com igual período do ano anterior, houve crescimento de 83,7% na importação de bens de capital e aumento de 10,6% nas exportações de produtos básicos e de 4,3% de bens industrializados.

A previsão é que, em 2018, a balança comercial brasileira tenha um superávit comercial na casa dos US$ 50 bilhões.

Acumulado

De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 136,5 bilhões e as importações, US$ 102,4 bilhões. O saldo comercial acumula superávit de US$ 34,1 bilhões.

No acumulado do ano, cresceram as exportações de produtos básicos (10,6%) e manufaturados (6,6%) e caíram as vendas de semimanufaturados (-1,4%).

Houve aumento na venda para a União Europeia (20,9%), América Central e Caribe (17,4%), Oceania (8,9%), Ásia (9,7%) e Mercosul (5,1%). Os principais países de destino das exportações brasileiras foram China (US$ 38,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 15,6 bilhões) e Argentina (US$ 10 bilhões).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Saldo da balança do agro em junho é de US$ 8,17 bilhões

A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou nesta sexta-feira (13) o resultado das exportações do agronegócio brasileiro, que alcançaram US$ 9,21 bilhões, em junho, recuando 0,7% em comparação com os US$ 9,27 bilhões exportados em junho do ano passado. O agro representou 45,6% do total das vendas externas brasileiras no mês. As importações no setor totalizaram US$ 1,04 bilhão em junho, com retração de 10,1% em relação ao mesmo período de 2017. Como resultado, o saldo da balança comercial do agronegócio no mês foi de US$ 8,17 bilhões (+0,7%).

Além da soja, com participação de 53,5% das exportações do setor em junho, os outros quatro principais segmentos foram: produtos florestais (14,4%), carnes (8,3%), complexo sucroalcooleiro (7%) e café (3,9%). Em conjunto, as vendas externas dos cinco setores apresentaram participação de 87% do total exportado pelo agro brasileiro em junho de 2018.

A região asiática, com destaque para a China, continuou como principal destino das exportações do setor nos últimos 12 meses (julho/2017 a junho/2018), como também no primeiro semestre do ano (janeiro a junho) e, em junho deste ano, com embarques, sobretudo, de soja em grãos e celulose.

O segundo principal mercado de destino das exportações do agronegócio brasileiro, em junho, foi a União Europeia, com incremento das vendas, principalmente, de farelo de soja (+US$ 94,70 milhões), celulose (+US$ 60,36 milhões), suco de laranja (+US$ 35,40 milhões) e café verde (+US$ 17,64 milhões).

boletim da Balança Comercial do Agronegócio destaca cenário favorável para as vendas externas do complexo soja (grãos, farelo e óleo), com base no último levantamento da Safra 2017/2018 realizado pela Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), que estima que a produção de soja alcançará 119 milhões de toneladas, em alta de 4,2% sobre a safra anterior.

A Conab também estima que a exportação total brasileira para este ano atinja 72 milhões de toneladas de soja, o que superaria em 5,6% o volume do período anterior. No primeiro semestre (janeiro a junho), o Brasil já embarcou 46,27 milhões de toneladas do grão, gerando receita de US$ 18,43 bilhões. Os aumentos frente ao mesmo período de 2017 foram de 5,2% em quantidade e de 10,6% no valor exportado, resultado da elevação do preço médio em 5,1%, que proporcionou registros de novos recordes de valor e quantidade.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa

Quarta semana de junho tem superávit de US$ 2 bi

Na quarta semana de junho de 2018, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,058 bilhões, resultado de exportações de US$ 5,289 bilhões e importações de US$ 3,231 bilhões.

No mês, as vendas externas somam US$ 15,663 bilhões e as compras do exterior, US$ 10,766 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,897 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 109,295 bilhões e as importações, US$ 80,224 bilhões, com saldo positivo de US$ 29,071 bilhões.

A média das exportações da quarta semana (US$ 1,057 bilhão) ficou 12,2% acima da média registrada até a terceira semana de junho (US$ 943,1 milhões), em razão do aumento nos embarques de produtos semimanufaturados (62,1%, por conta de celulose, ferro-ligas, zinco em bruto, madeira serrada ou fendida e açúcar de cana em bruto) e básicos (13,4%, em função de petróleo em bruto, carnes bovina e de frango, minérios de ferro e bovinos vivos).

Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-6,2%) pela diminuição em razão de produtos laminados planos de ferro e aços, tubos flexíveis de ferro e aço, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, reboques e semirreboques. Nas importações, houve queda de 5,6%, sobre igual período comparativo (média da quarta semana, US$ 646,2 milhões, sobre a média até a terceira semana, US$ 685 milhões), explicada, principalmente, pela redução nos gastos com químicos orgânicos e inorgânicos, plásticos e obras farmacêuticos, alumínio e suas obras e instrumentos de ótica e precisão.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de junho de 2018 (US$ 978,9 milhões) com a de junho de 2017 (US$ 941,9 milhões), houve crescimento de 3,9%, em razão do aumento nas vendas de produtos manufaturados (11,3%, por conta, principalmente, de motores e turbinas para aviação, óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem e aviões) e produtos básicos (0,5%, em função de bovinos vivos, farelo de soja, soja em grão, minérios de ferro e café em grão).

Caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-0,3%, por conta de açúcar de cana em bruto, madeira em estilhas, ouro em formas semimanufaturadas, óleo de soja em bruto e ferro fundido bruto e ferro spiegel). Em relação a maio de 2018, houve crescimento de 6,8%, em virtude do aumento na venda de produtos manufaturados (38,4%) e semimanufaturados (24,2%). Os produtos básicos apresentaram queda (-12,1%).

Nas importações, a média diária até a quarta semana de junho deste ano (US$ 672,8 milhões), ficou 12,2% acima da média de junho de 2017 (US$ 599,8 milhões). Cresceram os gastos, principalmente, com veículos automóveis e partes (41,2%), equipamentos mecânicos (25,5), equipamentos eletroeletrônicos (19,9%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,1%) e farmacêuticos (20,6%). Na comparação com maio de 2018, houve crescimento de 6,6%, pelos aumentos em veículos automóveis e partes (22,9%), adubos e fertilizantes (17,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (17,3%), equipamentos mecânicos (8,9%) e equipamentos eletroeletrônicos (7%).

Fonte: MDIC - Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Terceira semana de junho tem superávit de US$ 1,970 bi

Na terceira semana de junho, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,970 bilhão - resultado de exportações de US$ 5,571 bilhões e importações de US$ 3,600 bilhões. No mês, as exportações chegam a US$ 10,434 bilhões e as importações, a US$ 7,535 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,899 bilhões. No acumulado do ano, as vendas externas totalizam US$ 104,066 bilhões e as compras, US$ 76,994 bilhões, com superávit de US$ 27,072 bilhões.

Mês

A média das exportações da terceira semana (US$ 1,114 bilhão) ficou 37,5% acima da média até a segunda semana (US$ 810,5 milhões), em razão do aumento nas exportações das três categorias de produtos: básicos (60,2%, por conta de soja em grãos, farelo de soja, petróleo em bruto, minério de ferro, minério de cobre, café em grãos); semimanufaturados (28,2%, em razão de celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, açúcar em bruto, couros e peles) e manufaturados (18,9%, em função, principalmente, de suco de laranja não congelado, óleos combustíveis, aviões, automóveis de passageiros, veículos de carga, torneiras, válvulas e partes). 

Nas importações, houve crescimento de 9,8%, sobre igual período comparativo - média da terceira semana (US$ 720,1 milhões) sobre a média até a segunda semana (US$ 655,8 milhões). O aumento é explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, automóveis e partes, equipamentos mecânicos, aeronaves e peças, instrumentos de ótica e precisão.

Ano

Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de junho deste ano (US$ 948,5 milhões) e a de junho do ano passado (US$ 941,9 milhões), houve crescimento de 0,7%, em razão do aumento nas vendas de produtos manufaturados (13,5%, por conta de óleos combustíveis, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, tubos flexíveis de ferro e aço). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-16,5%, por conta de açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro e aço, madeira em estilhas, zinco em bruto) e básicos (-2,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, carne bovina e de frango, milho em grãos, fumo em folhas). Já em relação a maio de 2018, houve crescimento de 3,5%, em virtude dos aumentos nas vendas de bens manufaturados (41,2%) e semimanufaturados (4%). Neste comparativo, houve queda nos embarques de produtos básicos (-14,5%).

Em relação às importações, a média diária até a terceira semana deste mês (US$ 685 milhões), ficou 14,2% acima da média de junho de 2017 (US$ 599,8 milhões). Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (44%), veículos automóveis e partes (40,8%), produtos farmacêuticos (26,2%), equipamentos mecânicos (25,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (19,4%). Na comparação com maio último, houve crescimento de 8,5%, pelos aumentos dos embarques de químicos orgânicos e inorgânicos (28,8%), veículos automóveis e partes (22,6%), adubos e fertilizantes (20,7%), equipamentos mecânicos (8,8%), e equipamentos eletroeletrônicos (6,6%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC

Duas primeiras semanas de junho têm superávit de US$ 914 milhões

Com seis dias úteis, as duas primeiras semanas de junho tiveram superávit de US$ 914 milhões - resultado de exportações de US$ 4,849 bilhões e importações de US$ 3,935 bilhões. No ano, as vendas ao exterior somam US$ 98,481 bilhões e as compras externas, US$ 73,393 bilhões, com saldo positivo de US$ 25,088 bilhões.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de junho (US$ 808,2 milhões) com a de junho do ano passado (US$ 941,9 milhões), houve queda de 14,2%, em razão da diminuição nas vendas de semimanufaturados (-26%, em razão de açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturas, celulose, ferro-ligas e ferro fundido bruto) e produtos básicos (-23,8%, por conta de petróleo em bruto, carnes de frango e bovina, farelo de soja, minério de ferro, milho em grãos). Os produtos manufaturados tiveram aumento (4,5%, por conta de óxidos e hidróxidos de alumínio, reboques, semirreboques e partes, máquinas e aparelhos de terraplanagem, tubos flexíveis de ferro e aço e obras de mármore e granito). Em relação a maio, houve queda de 11,8%, em virtude da redução nas vendas de produtos básicos (-33,4%) e semimanufaturados (-7,8%) enquanto que aumentaram as exportações de produtos manufaturados (30%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de junho (US$ 655,8 milhões), ficou 9,3% acima da média de junho do ano passado (US$ 599,8 milhões). Nessa comparação, aumentaram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (46,7%), farmacêuticos (45%), equipamentos eletroeletrônicos (25,7%), veículos automóveis e partes (24,5%) e equipamentos mecânicos (14,2%). Em relação a maio último, registrou-se crescimento de 3,8%, pelo aumento nas compras de cereais e produtos de moagem (87,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,3%), plásticos e obras (18,5%), adubos e fertilizantes (17,8%) e equipamentos eletroeletrônicos (12,2%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC

Superávit de US$ 1,924 bilhão na terceira semana de maio

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,924 bilhão na terceira semana de maio de 2018, resultado de exportações no valor de US$ 5,293 bilhões e importações de US$ 3,368 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,193 bilhões e as importações, US$ 9,133 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,059 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 88,725 bilhões e as importações, US$ 63,344 bilhões, com saldo positivo de US$ 25,381 bilhões.

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A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,059 bilhão, 4,9% abaixo da média de US$ 1,113 bilhão até segunda semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (9,1%, principalmente, de aviões, chapas, folhas e tiras de plástico, veículos de carga, polímeros plásticos, laminados planos de ferro/aço, açúcar refinado, motores e turbinas para aviação); semimanufaturados (8,7%, em razão de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, celulose, mates de cobre, couros e peles) e básicos (2,3%, por conta de carnes de frango, suína e bovina, soja em grãos, minério de cobre, farelo de soja, bovinos vivos, minério de manganês).

Do lado das importações, apontou-se retração de 6,5%, entre a terceira semana (US$ 673,6 milhões) e a segunda (US$ 720,6 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com farmacêuticos, equipamentos elétricos e eletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, plásticos e suas obras, equipamentos mecânicos, alumínio e suas obras, combustíveis e lubrificantes.

Análise do mês

No mês, as exportações, comparadas as médias até a terceira semana de maio de 2018 com a de maio de 2017, houve crescimento de 21,4%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (38%, de US$ 441,0 milhões para US$ 608,8 milhões), semimanufaturados (5,3%, de US$ 126,3 milhões para US$ 133,0 milhões) e manufaturados (4,3%, de US$ 312,3 milhões para US$ 325,7 milhões). Relativamente a abril de 2018, houve crescimento de 15,6%, em virtude do aumento nas vendas de produtos básicos (26,5%) e semimanufaturados (16,7%). Por outro lado, houve queda na venda de produtos manufaturados (-0,6%, de US$ 327,5 milhões para US$ 325,7 milhões).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de maio de 2018, de US$ 702,6 milhões, ficou 27,4% acima da média de maio de 2017 (US$ 551,3 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com equipamentos mecânicos (43,5%), farmacêuticos (31,6%), combustíveis e lubrificantes (30,1%), equipamentos elétricos e eletrônicos (26,6%) e veículos automóveis e partes (24,6%). Ante abril de 2018, houve crescimento de 7%, pelos aumentos em farmacêuticos (95,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (17,2%), plásticos e obras (14,7%), combustíveis e lubrificantes (5%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (4,7%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC

Alta das importações volta a reduzir saldo da balança comercial

O crescimento das importações, decorrente da recuperação da economia, reduziu o saldo da balança comercial pelo segundo mês seguido. Segundo dados divulgados há pouco pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país exportou US$ 6,142 bilhões a mais do que importou no mês passado, queda de 11,8% em relação ao resultado positivo de US$ 6,963 bilhões em abril de 2017.

Com o resultado de abril, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 20,090 bilhões nos quatro primeiros meses de 2018, valor 6% inferior ao do mesmo período do ano passado. Apesar da retração, o indicador acumula o segundo melhor resultado da história, tanto para meses de abril quanto para o primeiro quadrimestre.

No mês passado, as exportações somaram US$ 19,932 bilhões, recuo de 3,4% em relação a abril de 2017 pelo critério da média diária. Todas as categorias de produtos registraram queda na comparação. As vendas de manufaturados foram o principal fator que puxou a desaceleração, com retração de 4%, com destaque para açúcar refinado (-64,1%), óxidos/hidróxidos de alumínio (-24,9%) e automóveis de passageiros (-24,6%).

As exportações de produtos básicos caíram 2,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para carne suína (-31,7%), café em grão (-23,1%) e minério de ferro (-21,5%). As vendas de semimanufaturados caíram 2,4%, puxadas pela retração das exportações de açúcar bruto (-57,4%), couros e peles (-27,4%) e óleo de soja bruto (-14,8%).

O principal fator responsável pela queda do saldo comercial, no entanto, foram as importações, que somaram US$ 13,790 bilhões, com alta de 10,1% em relação a abril do ano passado pelo critério da média diária. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) aumentaram 36,2%. As importações de bens de consumo subiram 12,2%. As compras de bens intermediários e de combustíveis e lubrificantes cresceram 6,3% na mesma comparação.

No ano passado, a balança comercial fechou o ano com superávit recorde de US$ 67 bilhões, beneficiado pela supersafra e pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Para este ano, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços projeta superávit menor, em torno de US$ 50 bilhões, por causa da estabilização do preço dos bens primários e da recuperação da economia, que impulsiona as importações.
O Banco Central, no último Relatório de Inflação, projetou superávit comercial de US$ 56 bilhões para 2018, com exportações em US$ 225 bilhões e importações em US$ 169 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

Balança comercial tem superávit de US$ 6,1 bilhões em abril

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 6,1 bilhões em abril, com exportações de US$ 19,9 bilhões e importações de US$ 13,8 bilhões. Este é o segundo melhor saldo comercial para meses de abril da série histórica, atrás apenas do que foi registrado no ano passado, de US$ 6,9 bilhões.

Apesar do superávit, a exportação brasileira teve um leve recuo de 3,4% pela média diária quando comparada com abril de 2017. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Herlon Brandão, essa queda se deve principalmente a diferença de dias úteis de abril de 2018 e de 2017: este ano o mês teve três dias úteis a mais. “Isso acaba ajudando a diluir a média diária. Se forem considerados os valores fechados do mês, houve um crescimento em 2018. As exportações de abril do ano passado somaram U$S 17,7 bilhões”, disse.

Herlon também ressaltou o comportamento da safra agrícola neste ano como outro fator para a queda das exportações em abril. “No ano passado, tivemos safra recorde de soja. Além disso, houve uma redução de exportação de açúcar em bruto devido ao excesso mundial de oferta desse item. Isso afeta os preços e faz com que haja uma preferência pela produção do etanol”, enumerou.

Para o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do MDIC, a queda nas vendas externas é pontual. No acumulado de 2018, as exportações apresentaram valor de US$ 74,3 bilhões, um crescimento de 7,7%, pela média diária sobre 2017. Também houve um aumento de 14,5% nas importações entre abril de 2017 e abril de 2017 o que, segundo Brandão, é reflexo do aumento da demanda interna dada a recuperação econômica. “Destaco o aumento das importações de bens de capital, o que mostra um investimento e um desempenho melhor da produção industrial no futuro.”

No acumulado de 2018, quando comparado com igual período do ano anterior, houve crescimento de 23,2% da importação de bens de capital e aumento de 12,7% na exportação de bens industrializados. O saldo comercial acumulou superávit de US$ 20 bilhões nos quatro primeiros meses do ano.

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC

Terceira semana de abril tem superávit de US$1,217 bilhão

Na terceira semana de abril, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,217 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,701 bilhões e importações de US$ 3,484 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,504 bilhões e as importações, US$ 9,962 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,541 bilhões. No acumulado do ano, as vendas externas do país são de US$ 68,871 bilhões e as compras, de US$ 50,381 bilhões, com superávit de US$ 18,490 bilhões.

Semana

A média das exportações na terceira semana (US$ 940,3 milhões) ficou 4,1% abaixo da média registrada até a segunda semana (US$ 980,2 milhões), em razão, principalmente, da queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos (-6%, por conta de milho em grãos, petróleo em bruto, minério de cobre e carnes bovina, de frango e suína), semimanufaturados (-5,7%, em função de alumínio em bruto, madeira em estilhas ou partículas, óleo de soja em bruto, manufaturados de ferro e aço e madeira serrada ou fendida) e manufaturados (-0,7%, principalmente, por causa de torneiras e válvulas, fio-máquinas e barras de ferro e aço, motores, geradores e transformadores elétricos, polímeros plásticos e automóveis de passageiros). Nas importações, houve crescimento de 7,6%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, de US$ 696,8 milhões sobre média até a segunda semana, de US$ 647,8 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria de moagem, instrumentos de ótica e precisão e químicos orgânicos e inorgânicos.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de abril (US$ 966,9 milhões) com a média de abril do ano passado (US$ 982,2 milhões), houve queda de 1,5%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-4,5%, por conta de tubos flexíveis de ferro e aço, hidrocarbonetos e derivados halogenados, açúcar refinado, automóveis de passageiros e óxidos e hidróxidos de alumínio) e semimanufaturados (-0,1%, em função de manteiga, gordura e óleo, de cacau, açúcar de cana em bruto, borracha sintética e borracha artificial, couros e peles, depilados, óleo de soja em bruto). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (0,6%, em consequência, principalmente, de magnésia calcinada e outros óxidos de magnésio, minérios de manganês e seus concentrados, bovinos vivos, petróleo em bruto e fumo em folhas). Em relação a março de 2018, houve crescimento de 1,1%, em virtude dos aumentos nas vendas de produtos básicos (6,7%) e houve queda nas vendas de produtos manufaturados (-4,3%) e semimanufaturados (-2,9%).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de abril (US$ 664,2 milhões), ficou 11,5% acima da média de abril do ano passado (US$ 595,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (77,5%), automóveis e partes (39,7%), equipamentos mecânicos (33,4%), instrumentos de ótica e precisão (22%) e químicos orgânicos e inorgânicos (14,1%). Em relação a março último, houve crescimento de 1%, pelos aumentos em cereais e produtos da indústria da moagem (31,2%), borracha e obras (12,2%), automóveis e partes (9,9%), equipamentos mecânicos (8,5%) e plásticos e obras (8%).

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços