Mostrando postagens com marcador Internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Internacional. Mostrar todas as postagens

Nos EUA, chanceler é questionado sobre abertura comercial

Data de publicação:08/02/2019

A passagem do chanceler brasileiro Ernesto Araújo pelos Estados Unidos, destinada a abrir caminho para a visita do presidente Jair Bolsonaro ao americano Donald Trump, incluiu conversas não só com autoridades americanas, mas também com o setor privado. Parte da agenda do ministro incluiu jantares e encontros organizados por think tanks e empresários, em Washington e em Nova York, no qual Araújo apresentou as perspectivas do governo e ouviu as demandas do setor empresarial. Os encontros não contaram com a participação da imprensa, mas fontes presentes reuniões relataram ao Estado o que é o maior interesse do setor privado americano: como um processo de abertura comercial do Brasil irá tomar corpo.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Diplomatas brasileiros em Caracas vão ignorar ordens de Maduro, diz chanceler

Data de publicação:24/01/2019

Num gesto diplomático de apoio a Juan Guaidó, o Itamaraty orientou seus diplomatas em Caracas a responder apenas ao presidente da Assembleia Nacional, considerado a partir de quarta-feira, 23, como a única autoridade legítima e reconhecida pelo Brasil. O chanceler Ernesto Araújo indicou que não vai retirar da Venezuela os diplomatas brasileiros.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Bolsonaro teme transição de poder não pacífica na Venezuela

Data de publicação:24/01/2019

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo brasileiro acompanha com "muita atenção" os desdobramentos da crise na Venezuela. Ele admitiu que teme um processo de transição não pacífico entre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o interino, Juan Guaidó. Segundo ele, o Brasil "está no limite" do que pode fazer em relação ao país vizinho.

"A história tem mostrado que as ditaduras não passam o poder para a respectiva oposição de forma pacífica. Nós tememos as ações do governo ou melhor da ditadura do governo Maduro", afirmou Bolsonaro em entrevista à TV Record no intervalo do Fórum Econômico Mundial (Davos, na Suíça).

Para o presidente, o mesmo temor é compartilhado por outros países. "Obviamente há países fortes dispostos a outras conseqüências", ressaltou. "O Brasil acompanha com muita atenção e nós estamos no limite do que podemos fazer para restabelecer a democracia naquele país", acrescentou.

Bolsonaro disse que a preocupação do Brasil é com a população venezuelana. "Desde há muito nós falamos que o bem maior de um homem e uma mulher é a sua liberdade e que [para o] povo venezuelano, nós queremos restabelecer sua liberdade."

Reconhecimento

Ontem (23) o Brasil foi um dos primeiros países na América Latina a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Em sua conta no Twitter, Bolsonaro, postou mensagem de apoio a Guaidó. Ao lado de líderes estrangeiros, o presidente reiterou a colaboração brasileira ao governo recém-declarado.

"O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela", disse na rede social. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil também divulgou comunicado sobre o reconhecimento de Guaidó.

Ontem Guaidó, que é o presidente da Assembleia Nacional, se declarou presidente interino da Venezuela durante juramento em uma rua de Caracas. Antes do juramento, ele reiterou a promessa de anistia aos militares que abandonarem Maduro e apelou para que fiquem "do lado do povo".

Repercussão internacional

O governo dos Estados Unidos se manifestou reconhecendo Guaidó como presidente da Venezuela. A decisão foi reforçada pelo presidente, Donald Trump, e pelo vice-presidente, Mike Pence, em suas contas na rede social Twitter. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, também reconheceu Guaidó e felicitou o deputado pelo juramento.

Entenda o caso

A situação na Venezuela se agravou após a eleição de Maduro para novo mandato, o que é contestado pela comunidade internacional. Ele tomou posse em 10 de janeiro na Suprema Corte.

Para Brasil, o Grupo de Lima, que reúne 14 países, e a Organização dos Estados Americanos (OEA), o mandato é ilegítimo e a Assembleia Nacional Constituinte deve assumir o poder com a incumbência de promover novas eleições.

Guaidó chegou a ser preso e liberado. A Assembleia Nacional, então, declarou "usurpação da Presidência da República" por Maduro.

Fonte:Agência Brasil

A China cresce quase o dobro da economia global

Data de publicação: 24/01/2019

Com um Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de US$ 12,2 trilhões, a dados de 2017, a China cresceu 6,6% em 2018. Foi o menor crescimento em 28 anos e poderá cair um pouco mais neste ano, segundo especialistas. Mas esse indicador ainda corresponde a 80% mais do que a média mundial de crescimento, estimada em 3,7% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Como segunda maior economia do mundo, a China continua, portanto, sendo grande contribuinte do PIB global. Ainda não está claro o quanto a perda de ritmo da economia chinesa no último trimestre, quando cresceu 6,4%, foi influenciada pela contenda comercial com os Estados Unidos. Mas é provável que o efeito negativo se agrave em 2019. O comércio exterior poderá ser o ponto mais fraco da economia chinesa. 

Fonte:O Estado de S.Paulo

Europa se prepara para cenário caótico após saída do Reino Unido

Data de publicação:17/01/2019

Países e empresas da Europa começaram a acelerar os preparativos para reduzir o caos e os efeitos de uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo com Bruxelas, o que muitos acreditam ser cada vez mais provável. As preparações estão mais avançadas em membros da UE mais afetados, como Irlanda, França, Holanda e Bélgica.

Fonte:O Estado de S.Paulo

Paraguai rompe relações diplomáticas com Caracas

Data de publicação:11/01/2019

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, anunciou ontem o rompimento das relações diplomáticas com a Venezuela. A decisão foi anunciada logo após a posse do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. A ruptura envolve o fechamento da Embaixada do Paraguai em Caracas e a retirada imediata dos diplomatas. Benítez lembrou que, como membro do Grupo de Lima, o Paraguai não reconhece o resultado da última eleição na Venezuela, falando em "um processo eleitoral ilegítimo".

Fonte:O Estado de S.Paulo

China reduzirá tarifas sobre produtos importados

PEQUIM – A China vai reduzir tarifas sobre centenas de produtos importados a partir de 1º de janeiro com o objetivo de aumentar a demanda doméstica e promover o aperfeiçoamento da indústria local, anunciou hoje o Ministério de Finanças do país.

O governo chinês vai diminuir temporariamente os impostos sobre mais de 760 itens, o que representará um desconto fiscal médio de cerca de 60%, segundo comunicado divulgado no site do ministério.

Os produtos que serão beneficiados pela redução incluem equipamentos e matérias primas usados em setores “emergentes” que fabricam itens estrategicamente importantes como aeronaves, celulares e tablets.

O corte de impostos pode ajudar a reduzir o superávit comercial da China. Em novembro, o gigante asiático registrou superávit de US$ 33,8 bilhões, ante US$ 31,1 bilhões em outubro, graças principalmente ao desempenho das exportações, que cresceram 12,7% na comparação anual. As importações do país tiveram uma alta mais modesta, de 5,3%.

Fonte: Dow Jones Newswires/Agência Estado

Trincheiras na Venezuela

Editorial Folha de São Paulo - 10/12/2013

No primeiro teste eleitoral do presidente Nicolás Maduro, os pleitos municipais na Venezuela, realizados no domingo, evidenciaram, mais uma vez, um país dividido.

Em eleição definida como "plebiscitária" pela própria oposição, o PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) e outras siglas governistas conquistaram um número bem maior de prefeituras e obtiveram 49% do total de votos, contra 43% da MUD (Mesa de União Democrática) e seus aliados.

Maduro anuncia amanhã regulação de importação de produtos na Venezuela

Agência Brasil

Brasília - O presidente venezuelano Nicolás Maduro irá anunciar amanhã (29) o segundo pacote de medidas econômicas sob o decreto de emergência para combater o que apelida de guerra econômica do setor empresarial. De acordo com ele, as medidas vão regular as importações de produtos básicos dos quais a Venezuela depende.

O Congresso venezuelano aprovou recentemente o pedido do presidente para governar com poderes especiais em matéria econômica, por meio de decretos, sem ter de submeter as novas leis à aprovação parlamentar. A primeira medida tomada por Maduro foi leilão de US$ 900 milhões para complementar quaisquer necessidades de investimentos do país.

O presidente tem argumentado que pretende lutar contra as margens de lucro dos comerciantes varejistas, que considera exageradas. Por meio disso, ele quer baixar os preços dos bens de consumo. De acordo com Maduro a "guerra econômica" dos empresários levou a uma inflação que chegou a 54%.

Os obstáculos para abrir uma empresa na China

0,,56746174,00

A bola da vez é o mercado chinês! Os altos índices de crescimento em meio a uma crise econômica mundial, somados a numerosa população, mão-de-obra barata e produção em grandes escalas, dão o status à China de: “país do momento”. Contudo, aqueles que querem aproveitar o embalo do forte crescimento chinês e abrir um negócio em território oriental, enfrentarão alguns problemas. Além do forte protecionismo do Estado socialista na economia, a distância geográfica e cultural, principalmente para as empresas de capital ocidental, são os principais obstáculos.
Todavia, para lidar com esses desafios, é de suma importância conhecer o significado da palavra “Guanxi” — palavra chinesa que define os relacionamentos e as conexões da parte chinesa com outros empresários e, principalmente, com autoridades locais.  A melhor forma de entrar na China, ainda é estabelecer um ótimo network, não só conhecendo as pessoas certas, como também, formando estreitas parcerias com empresas chinesas. Pois, elas detêm o conhecimento de como, quando e onde atuar, levando em consideração as burocracias, e as necessidades do governo chinês

UE reduz orçamento pela primeira vez

O Globo - 20/11/2013

OCDE corta previsão de crescimento da economia global de 3,2% para 2,7%

BRUXELAS E PARIS - Com a maior parte de seus 28 membros enfrentando dificuldades econômicas, a União Europeia (UE) promoverá o primeiro corte de Orçamento desde a sua criação, em 1993, e reduzirá as verbas direcionadas a programas de incentivo ao emprego e a investimentos.

Após meses de negociações, o Parlamento da UE aprovou ontem o Plano Plurianual de 2014 a 2020 com € 960 bilhões, abaixo dos € 975 bilhões do período anterior e do € 1 trilhão inicialmente sugerido pelo escritório central. A proposta foi aprovada em Estrasburgo, na França, com 537 votos a favor, 126 contra e 19 abstenções. O presidente da UE, Herman Van Rompuy, avaliou o compromisso como “um orçamento realista para a Europa’ O Reino Unido comemorou a decisão.

Venezuela rumo ao abismo

Editorial Gazeta do Povo - Paraná
Gazeta do Povo - PR - 19/11/2013

Se Nicolás Maduro conseguir que a Lei Habilitante entre em vigor, terá carta branca para afundar ainda mais a combalida economia venezuelana

Na quinta-feira passada, dia 14, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou, em primeira votação, a entrada em vigor da Lei Habilitante, um mecanismo que permite ao presidente do país governar por decreto pelo período de 12 meses, em temas relativos à política econômica. No entanto, Nicolás Maduro ainda precisa vencer uma segunda votação antes de ter carta branca para fazer o que bem entender. A Venezuela vive um caos econômico que nem mesmo os brasileiros que passaram pela desorganização dos anos 80 podem imaginar: a falta de produtos de toda ordem é generalizada e a fiscalização chavista levou a uma onda de prisões de comerciantes. Não bastasse o nítido caráter antidemocrático da Lei Habilitante, ela ainda será uma carta branca para o chavismo intensificar as medidas que dilapidaram a economia do país.

Proposta do Brasil e da Alemanha à ONU associa espionagem à violação de direitos humanos

Autor(es): Carolina Sarres
Agência Brasil - 01/11/2013

Brasília - Brasil e Alemanha evocaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos na proposta de resolução contra invasão de privacidade entregue hoje (1ª) à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Para os dois países, as pessoas devem ter garantidos, no ambiente digital, os mesmos direitos que têm fora dele. A iniciativa é uma resposta para as ações de espionagem internacional da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos.

De acordo com o documento, a coleta de informação por meio da interceptação de dados é uma "preocupação crescente", devido ao ritmo do desenvolvimento tecnológico dos países, que aumenta a capacidade de monitoramento por parte de Estados e empresas.

Aprovada criação do Grupo Parlamentar Brasil-Venezuela

Agência Senado

O Senado aprovou, na noite desta quarta-feira (30), o projeto de resolução (PRS 13/2007) que cria o Grupo Parlamentar Brasil-Venezuela. O projeto segue para promulgação.

De acordo com o projeto, de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), o grupo será "um serviço de cooperação interparlamentar” e quaisquer senadores e deputados federais poderão a ele aderir. Os parlamentares integrantes ficarão responsáveis pela elaboração e aprovação do estatuto do grupo.

Na justificação do projeto, Mozarildo informa que o grupo deverá estudar, discutir, analisar, propor e buscar medidas adequadas para o estreitamento dos laços comerciais, culturais, sociais e de recursos energéticos entre Brasil e Venezuela.

“O intercâmbio que poderá advir da criação do Grupo Parlamentar contribuirá para o crescimento econômico com equidade, como via para se alcançar sociedades mais justas, com a garantia de acesso a uma vida digna à totalidade da população desses países”, diz Mozarildo.

De forma não oficial, um grupo parlamentar Brasil-Venezuela foi lançado em 2007 e relançado em 2011. O projeto aprovado oficializa de maneira definitiva o grupo.

Ministros do Mercosul discutem acordo com UE e reintegração do Paraguai

Elias Jaua, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, em visita oficial ao Paraguai. Relações entre os dois países são foco de tensão no Mercosul
Elias Jaua, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, em visita oficial ao Paraguai. Relações entre os dois países são foco de tensão no Mercosul
REUTERS/Jorge Adorno

Fonte: RFI
Os chanceleres e ministros da Economia dos países membros do Mercosul se reúnem nesta quarta-feira em Caracas, pela primeira vez desde que a Venezuela assumiu a presidência pro tempore do bloco, no último mês de julho. Depois de colocarem um arranjo de flores no Panteon Nacional, onde estão os restos do líder independentista Simón Bolívar, os ministros se encontrarão na sede da chancelaria venezuelana.

Um dos principais objetivos da cúpula deve ser obter um consenso interno sobre um possível tratado comercial com a União Europeia. O tema foi reavivado em 2010, depois de vários anos de paralização, e será um desafio para a Venezuela, que foi integrada ao bloco recentemente. Na semana passada, o presidente uruguaio Pepe Mujica afirmou que é "iminente" a definição de uma proposta que será entregue à UE "provavelmente no fim do ano".
No entanto, o assunto suscita divergências dentro do bloco, entre os países que defendem o livre mercado e outros, a favor de uma política comercial protecionista. O vicepresidente argentino, Amado Boudou, por exemplo, afirmou neste mês que um acordo entre a União Europeia e o Mercosul só avançará se todos os interesses forem contemplados. De acordo com ele, até agora, as negociações entre os países desenvolvidos e os latinoamericanos "foram sempre muito desequilibradas".
Outro assunto que deve estar na ordem do dia é a normalização da situação do Paraguai, que foi suspenso do bloco depois a polêmica destituição, em junho de 2012, do presidente Fernando Lugo. Com a eleição de Horacio Cartes em agosto, o Mercosul reverteu o embargo, mas a volta plena não aconteceu, desta vez por decisão do próprio Paraguai. Assunção insiste na revisão da integração da Venezuela, que aconteceu durante a suspensão paraguaia. Até então, a integração havia esbarrado justamente no veto do Paraguai.

Brasil quer financiar exportação à Venezuela para driblar atrasos

Autor(es): Fabio Murakawa | De São Paulo
Valor Econômico

Preocupado com os frequentes atrasos no pagamento às empresas que exportam para a Venezuela, o governo brasileiro já prepara um plano para garantir a remuneração dos exportadores e, ao mesmo tempo, driblar a burocracia que enfrentam os importadores venezuelanos para obter dólares e pagar seus fornecedores no Brasil.

O Valor apurou que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) quer utilizar recursos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), operado pelo Banco do Brasil, para financiar as exportações brasileiras à Venezuela. Pelo modelo proposto, o estatal Banco de Venezuela seria o tomador e garantiria a operação. A instituição repassaria os dólares diretamente ao exportador brasileiro, quitando o empréstimo com o Banco do Brasil de maneira parcelada.

Lisboa terá 110 bikes elétricas de uso compartilhado

por RedacaoT1
Sistema de aluguel de bicicletas elétricas na capital portuguesa começa a funcionar no primeiro semestre de 2014. Serão 22 estações espalhadas pela cidade.
Lisboa investe em mobilidade com bicicletas compartilhadas. Foto: Reprodução
Em Portugal, a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (Emel) está em fase de implantação de um sistema de bicicletas elétricas de uso compartilhado, previsto para entrar em operação plena no primeiro semestre de 2014.
O sistema funcionará, numa fase inicial, com 110 bicicletas em 22 estações pela cidade. E entre 16 e 22 de setembro, durante a Semana Europeia da Mobilidade, haverá uma apresentação pública dos veículos protótipos do sistema.

Sombra chinesa - MÍRIAM LEITÃO

O GLOBO - 29.06.2013

O presidente do Banco Central da China, Zhow Xiaochuan, apareceu pela primeira vez desde o início dos distúrbios no mercado financeiro para dizer que "a China vai garantir o dinheiro suficiente para a economia" e que vai usar "todas as ferramentas e métodos" para superar a crise que assombrou o mundo nos últimos dias: uma escassez de dinheiro que fez disparar o interbancário chinês.

Esse novo risco assusta por todos os motivos: a economia chinesa é pouco compreendida e muito relevante para o mundo. Os juros do interbancário - mercado de empréstimos entre os bancos - triplicaram. Com a atuação do BC da China, eles caíram um pouco, mas o custo dos empréstimos ainda está o dobro do que eram.

África do Sul multa construtoras por fraudes em estádios da Copa

Valor Econômico - 25/06/2013

A Comissão de Competição, órgão antitruste da África do Sul, multou ontem 15 empreiteiras do país num valor total de US$ 140 milhões após uma investigação sobre conluio envolvendo contratos de construção dos estádios para a Copa do Mundo de 2010.
A comissão investigou durante quase quatro anos 140 projetos nos setores público e privado e chegou a um acordo com 15 de 18 empresas, anunciaram membros do órgão. Fizeram parte da investigação a construção ou expansão de seis estádios, incluindo o da Cidade do Cabo, com capacidade para 68 mil espectadores, que custou cerca de US$ 450 milhões.
O Congresso Nacional Africano, partido governista, disse que o órgão antitruste deveria agora ampliar suas investigações. Em comunicado, um porta-voz afirmou que a Comissão de Competição deveria iniciar um processo "para incluir outros setores, de modo a se fazer uma avaliação completa da extensão do problema de conluio e fraudes em licitações".
"É a maior multa coletiva" dada a empresas na África do Sul, disse Shan Ramburuth, o presidente da comissão. "A indústria tem a oportunidade de seguir num caminho mais competitivo para o bem de todos nós e da própria indústria."
"A multa é um pouco menor do que o mercado estava esperando", disse Anashrin Pillay, analista da Stanlib Asset Management. Segundo ele, havia a "preocupação de que as empresas não fossem capazes de pagar sem comprometer o seu balanço". Para Pillay, a conclusão do processo foi um "alívio" para as empresas, já que o veredito pairava ameaçadoramente sobre o setor há algum tempo.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Econômico, Ebrahim Patel, os reguladores antitruste identificaram 300 casos de comportamento irregular ou ilegal por companhias que venceram contratos num valor total aproximado de US$ 4,7 bilhões. Patel disse que as fraudes para combinar preços afetaram contratos tanto do setor público como do privado.

Exportações da Alemanha aumentam em março

RedacaoT1

Economia alemã volta a mostrar força com alta nas exportações. Foto: Martin Meissner/AP
A Alemanha apresentou em março um superávit comercial ajustado de 17,6 bilhões de euros. Em fevereiro, a balança do país havia ficado superavitária em 17,7 bilhões de euros.
As exportações aumentaram 0,5% em março, depois de terem recuado 1,2% em fevereiro, em mais um sinal de recuperação na economia do país, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela agência nacional de estatísticas do país, Destatis.