A produção brasileira de milho deve crescer, na comparação entre as safras 2017/2018 e 2018/2019, saindo de 82 milhões para 96 milhões de toneladas, respectivamente. A projeção foi apresentada hoje (20) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) durante evento em Brasília.
O encontro contou com a participação de representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), órgão cujas análises dos mercados mundiais de grãos serviram de referência para as estimativas da Conab.
O Brasil é atualmente o terceiro maior produtor de milho do mundo. A China, na segunda posição, foi responsável por 215 milhões de toneladas na safra 2017/2018 e deve chegar a 225 milhões de toneladas na de 2018/2019, de acordo com estimativa do USDA. Já os Estados Unidos lideram a produção, com 370 milhões de toneladas na safra 2017/2018. Para 2018/2019, o desempenho do país deve oscilar, ficando em 361,4 milhões de toneladas.
De acordo com a Conab, a melhoria brasileira projetada representa uma retomada, uma vez que o país teve problemas climáticos na safra deste ano. Outro fator impulsionador do aumento da produção deve ser a ampliação do consumo, que, conforme o USDA, deve ir de 59,8 milhões para 65,5 milhões de toneladas entre a safra deste ano e a do ano que vem. Os técnicos da Conab, contudo, consideram essa projeção difícil de ser concretizada.
Exportações
Ainda de acordo com os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, as exportações brasileiras de milho devem sair de 27 milhões de toneladas, na safra 2017/2018, para 31 milhões na safra 2018/2019. A margem significa uma recuperação do patamar da safra 2016/2017, quando o país registrou 30,8 milhões de toneladas enviadas para fora.
Em se confirmando a projeção, o Brasil pode se consolidar na vice-liderança noranking mundial, atrás dos Estados Unidos. A projeção do USDA é que a produção estadunidense caia de 60,9 milhões de toneladas na safra deste ano para 56,5 milhões de toneladas na do ano que vem. Ainda assim, os EUA devem manter o domínio do mercado mundial, em um nível de exportações que representa quase o dobro do brasileiro. Além das duas nações, a safra de 2018/2019 deve ter como destaque a Argentina (com 27 milhões de toneladas) e a Ucrânia (com 24 milhões de toneladas).
Na avaliação do analista de mercado da Conab que apresentou as tendências no setor de milho no evento, Thomé Guth, um elemento importante do desempenho brasileiro nas exportações será a definição das regras de frete diante da polêmica do tabelamento conquistado pelos caminhoneiros após semanas de mobilização em maio.
“O tabelamento do frete tem causado incerteza, o que tem feito com que companhias se retirem do mercado. O que tem de exportação ocorrendo é o que já tinha sido acordado. Agentes de mercado começaram a rever número de exportação. Estoque ainda é confortável, não impacta tanto no preço nem na disponibilidade do produto. Mas o preço do frete passar de um patamar e ficar muito alto, pode impactar as exportações”, afirmou o analista.
Mercado mundial
Segundo dados da USDA, a produção mundial de milho deve atingir em 1,054 bilhão na safra 2018/2019, com uma leve oscilação frente ao ano anterior, quando ficou em 1,033 bilhão. A estimativa é menor do que o registrado em 2016/2017, quando chegaram ao mercado 1,078 bilhão de toneladas do grão.
Já o consumo vem aumentando levemente. Enquanto em 2016/2017, foram consumidos 1,036 bilhão de toneladas, em 2018/2019 a expectativa do USDA é de consumo de 1,087 bilhão de toneladas. Um dos principais vetores de ampliação é a destinação do produto para alimentação animal, alternativa que teve crescimento de 13,41% em cinco anos.
Fonte: Agência Brasil
Balança tem superávit de U$ 1,6 bi na terceira semana de agosto
Na terceira semana de agosto de 2018, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,682 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,389 bilhões e importações de US$ 3,707 bilhões.
No mês, as exportações somam US$ 12,234 bilhões e as importações, US$ 9,481 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,753 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 148,694 bilhões e as importações, US$ 111,905 bilhões, com saldo positivo de US$ 36,789 bilhões.
A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 1,078 bilhão, 26% acima da média de US$ 855,6 milhões registrados até a 2ª semana, em razão do crescimento nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (33,4%, em razão, principalmente, de aviões, aquecedores, secadores e partes, veículos de carga, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores para veículos, tubos flexíveis de ferro e aço), básicos (25,8%, puxado por petróleo em bruto, soja em grãos, café em grãos, minério de cobre, cinzas e resíduos de metais preciosos) e semimanufaturados (1%, em razão de celulose, ferro-ligas, couros e peles, madeira em estilhas, estanho em bruto e catodos de cobre).
Do lado das importações (US$ 741,4 milhões), houve aumento de 2,7%, em relação à média até a 2ª semana, (US$ 721,7 milhões), explicada, principalmente, pelo crescimento nos gastos com aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, cereais e produtos da indústria da moagem e químicos orgânicos e inorgânicos.
Análise do mês
Na análise do mês de agosto, houve crescimento de 11,2% nas exportações, na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 941,1 milhões contra US$ 846,6 milhões), em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (21,8%, principalmente, de soja em grãos, petróleo em bruto, carne bovina, farelo de soja, minério de ferro) e manufaturados (14,7%, por conta de aquecedores, secadores e partes, motores e turbinas para aviação, aviões, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-20,5%, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, ouro em formas semimanufaturadas).
Relativamente a julho de 2018, houve retração de 9,5%, em virtude da queda nas vendas de produtos básicos (-19,5%) e semimanufaturados (-11,8%), enquanto cresceram as vendas de produtos manufaturados (9,8%).
Nas importações, a média diária até a 3ª semana do mês (US$ 729,3 milhões), ficou 20,9% acima da média de agosto de 2017 (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (50,9%), veículos automóveis e partes (39,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,1%), equipamentos mecânicos (15,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,4%). Comparadas com julho de 2018, houve queda de 13,9%, pela diminuição em bebidas e álcool (-20,3%), cobre e obras (-20,1%), alumínio e obras (-7,5%), equipamentos mecânicos (-3,5%) e siderúrgicos (-2,9%).
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
No mês, as exportações somam US$ 12,234 bilhões e as importações, US$ 9,481 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,753 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 148,694 bilhões e as importações, US$ 111,905 bilhões, com saldo positivo de US$ 36,789 bilhões.
A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 1,078 bilhão, 26% acima da média de US$ 855,6 milhões registrados até a 2ª semana, em razão do crescimento nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (33,4%, em razão, principalmente, de aviões, aquecedores, secadores e partes, veículos de carga, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores para veículos, tubos flexíveis de ferro e aço), básicos (25,8%, puxado por petróleo em bruto, soja em grãos, café em grãos, minério de cobre, cinzas e resíduos de metais preciosos) e semimanufaturados (1%, em razão de celulose, ferro-ligas, couros e peles, madeira em estilhas, estanho em bruto e catodos de cobre).
Do lado das importações (US$ 741,4 milhões), houve aumento de 2,7%, em relação à média até a 2ª semana, (US$ 721,7 milhões), explicada, principalmente, pelo crescimento nos gastos com aeronaves e peças, combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, cereais e produtos da indústria da moagem e químicos orgânicos e inorgânicos.
Análise do mês
Na análise do mês de agosto, houve crescimento de 11,2% nas exportações, na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 941,1 milhões contra US$ 846,6 milhões), em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (21,8%, principalmente, de soja em grãos, petróleo em bruto, carne bovina, farelo de soja, minério de ferro) e manufaturados (14,7%, por conta de aquecedores, secadores e partes, motores e turbinas para aviação, aviões, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-20,5%, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, ouro em formas semimanufaturadas).
Relativamente a julho de 2018, houve retração de 9,5%, em virtude da queda nas vendas de produtos básicos (-19,5%) e semimanufaturados (-11,8%), enquanto cresceram as vendas de produtos manufaturados (9,8%).
Nas importações, a média diária até a 3ª semana do mês (US$ 729,3 milhões), ficou 20,9% acima da média de agosto de 2017 (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (50,9%), veículos automóveis e partes (39,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,1%), equipamentos mecânicos (15,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,4%). Comparadas com julho de 2018, houve queda de 13,9%, pela diminuição em bebidas e álcool (-20,3%), cobre e obras (-20,1%), alumínio e obras (-7,5%), equipamentos mecânicos (-3,5%) e siderúrgicos (-2,9%).
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
17/08/2018 - Notícia Siscomex Importação nº 73/2018
Informamos que a partir do dia 20/08/2018 terá vigência novo tratamento administrativo aplicado às importações dos produtos classificados na NCM 8425.19.10, conforme abaixo:
a) Exclusão do Destaque 001 – Exclusivamente talhas manuais de capacidade de CRG até 3TON sem alavanca.
Departamento de Operações de Comércio Exterior
17/08/2018 - Notícia Siscomex Importação nº 72/2018
Informamos que a partir do dia 20/08/2018 haverá alteração no tratamento administrativo das importações dos produtos classificados na NCM 8480.71.00, conforme abaixo:
a) Exclusão do Destaque 001 - Moldes de pneus Aros R13 a R18;
b) Exclusão do Destaque 002 - Moldes de pneus Aro 22,5.
c) Dispensa da anuência DECEX na mercadoria NCM 8480.71.00
Departamento de Operações de Comércio Exterior
E-commerce norte-americano de olho nos calçados brasileiros
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Projeto Comprador Vip com o grupo de e-commerce norte-americano Revolve.com. A iniciativa prevê visitas em fábricas e showrooms nas regiões gaúchas do Vale do Sinos e Vale do Paranhana, os dois principais polos de calçados do Brasil, entre os dias 20 e 22 de agosto.
Um dos maiores grupos de e-commerce dos Estados Unidos, o Revolve.com virá ao Brasil em busca de fornecedores de calçados femininos para uma das suas marcas, a Raye. Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, o gigante norte-americano busca produtos de maior valor agregado para um público consumidor exigente.
Ruisa conta, ainda, que como o grupo possui uma gama extensa de marcas, o evento pode servir de porta de entrada para mais empresas brasileiras. “Trata-se de um comércio muito forte e relevante nos Estados Unidos, o mais importante mercado de calçados do mundo. O Revolve.com registra mais de 50 milhões de visitas por mês, e com grande conversão em vendas”, conta a analista.
Mercado
Maior mercado de calçados do mundo, os Estados Unidos registram vendas anuais de mais de US$ 80 bilhões, conforme dados da FDRA (associação de distribuidores e varejistas de calçados dos Estados Unidos - sigla em inglês). Quase todo o calçado consumido no país é importado, especialmente dos países asiáticos. Para o Brasil, o país já foi o maior mercado no exterior, tendo sido ultrapassado recentemente pela Argentina. “Os Estados Unidos têm um mercado de grande potencial, mas é muito sensível ao preço, quesito em que é impossível concorrer com os asiáticos. A estratégia do Brazilian Footwear é apoiar a promoção de imagem das marcas e, ao mesmo tempo, sensibilizar as empresas para que desenvolvam produtos diferenciados e que não concorram apenas no preço”, ressalta Ruisa.
Entre janeiro e julho de 2018, os norte-americanos importaram 5,3 milhões de calçados brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 85,5 milhões, quedas de 13,5% em volume e de 23,4% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Por outro lado, o preço médio do produto é US$ 16, muito acima da média geral, US$ 9.
Participam da iniciativa as marcas Carrano, Viviar, Cristófoli, Luz da Lua, Werner, Tabita, Vicenza, Guilhermina, Dumond, Capodarte, Jorge Bischoff e Smidt Shoes.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - ABICALÇADOS
Um dos maiores grupos de e-commerce dos Estados Unidos, o Revolve.com virá ao Brasil em busca de fornecedores de calçados femininos para uma das suas marcas, a Raye. Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, o gigante norte-americano busca produtos de maior valor agregado para um público consumidor exigente.
Ruisa conta, ainda, que como o grupo possui uma gama extensa de marcas, o evento pode servir de porta de entrada para mais empresas brasileiras. “Trata-se de um comércio muito forte e relevante nos Estados Unidos, o mais importante mercado de calçados do mundo. O Revolve.com registra mais de 50 milhões de visitas por mês, e com grande conversão em vendas”, conta a analista.
Mercado
Maior mercado de calçados do mundo, os Estados Unidos registram vendas anuais de mais de US$ 80 bilhões, conforme dados da FDRA (associação de distribuidores e varejistas de calçados dos Estados Unidos - sigla em inglês). Quase todo o calçado consumido no país é importado, especialmente dos países asiáticos. Para o Brasil, o país já foi o maior mercado no exterior, tendo sido ultrapassado recentemente pela Argentina. “Os Estados Unidos têm um mercado de grande potencial, mas é muito sensível ao preço, quesito em que é impossível concorrer com os asiáticos. A estratégia do Brazilian Footwear é apoiar a promoção de imagem das marcas e, ao mesmo tempo, sensibilizar as empresas para que desenvolvam produtos diferenciados e que não concorram apenas no preço”, ressalta Ruisa.
Entre janeiro e julho de 2018, os norte-americanos importaram 5,3 milhões de calçados brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 85,5 milhões, quedas de 13,5% em volume e de 23,4% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Por outro lado, o preço médio do produto é US$ 16, muito acima da média geral, US$ 9.
Participam da iniciativa as marcas Carrano, Viviar, Cristófoli, Luz da Lua, Werner, Tabita, Vicenza, Guilhermina, Dumond, Capodarte, Jorge Bischoff e Smidt Shoes.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - ABICALÇADOS
Receita Federal desburocratiza Importação por Conta e Ordem e importação por Encomenda
Muitas organizações optam por terceirizar as atividades-meio de seu empreendimento, o que ocorre também no comércio exterior. Atividades relacionadas à execução e ao gerenciamento dos aspectos operacionais, logísticos, burocráticos, financeiros e tributários da importação de mercadorias são transferidas a empresas especializadas.
Duas formas de terceirização das operações de comércio exterior são reconhecidas e regulamentadas pela Receita Federal), a Importação por Conta e Ordem e a Importação por Encomenda.
A escolha entre importar mercadoria estrangeira por conta própria ou por meio de um intermediário contratado para esse fim é livre e perfeitamente legal, seja esse intermediário um prestador de serviço seja um revendedor. Entretanto, tanto o importador quanto o adquirente ou o encomendante, conforme o caso, devem ser previamente vinculados no sistema Siscomex.
Essa vinculação até então era efetuada mediante solicitação à Receita Federal, após análise de um conjunto documental.
Com a desburocratização do procedimento, agora o interessado não precisa mais ir até uma unidade de atendimento da Receita Federal pode efetuar a vinculação diretamente no Portal Único Siscomex.
Fonte: Receita Federal - Ministério da Fazenda
Duas formas de terceirização das operações de comércio exterior são reconhecidas e regulamentadas pela Receita Federal), a Importação por Conta e Ordem e a Importação por Encomenda.
A escolha entre importar mercadoria estrangeira por conta própria ou por meio de um intermediário contratado para esse fim é livre e perfeitamente legal, seja esse intermediário um prestador de serviço seja um revendedor. Entretanto, tanto o importador quanto o adquirente ou o encomendante, conforme o caso, devem ser previamente vinculados no sistema Siscomex.
Essa vinculação até então era efetuada mediante solicitação à Receita Federal, após análise de um conjunto documental.
Com a desburocratização do procedimento, agora o interessado não precisa mais ir até uma unidade de atendimento da Receita Federal pode efetuar a vinculação diretamente no Portal Único Siscomex.
Fonte: Receita Federal - Ministério da Fazenda
Camex reduz custos para importação de 423 máquinas e equipamentos sem produção no Brasil
As duas Resoluções Camex vão reduzir custos de investimentos produtivos de US$ 929 milhões
Foram publicadas hoje (13.08) duas novas Resoluções Camex que reduzem a zero o Imposto de Importação para uma lista de máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil.
A Resolução Camex n° 54 traz a lista de 38 bens de informática e telecomunicações, dos quais 36 são novos e dois, renovações.
Já a Resolução Camex n° 55 detalha a especificação técnica de 385 ex-tarifários para bens de capital, sendo 335 novos e 50 renovações.
Os equipamentos serão utilizados em projetos que totalizam US$ 929 milhões em investimentos produtivos que serão implementados em diferentes regiões do país nos setores de bens de capital, alimentos, eletroeletrônicos, telecomunicações, médico-hospitalar, autopeças, farmacêutico, construção civil, entre outros. Entre os projetos atendidos estão: fabricação de medicamentos, construção e ampliação de indústrias, obras de infraestrutura e exploração de petróleo em águas profundas.
O que são ex-tarifários
O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação dos bens assinalados como BK (bens de capital) e/ou BIT (bens de informática e telecomunicação) na Tarifa Externa Comum do Mercosul, quando não houver produção nacional.
O regime viabiliza aumento de investimentos; possibilita o incremento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia - uma das diretrizes da Plano Brasil Maior; e produz efeito multiplicador de emprego e renda sobre diferentes segmentos da economia nacional.
A concessão do regime é dada por meio da Resolução CAMEX n° 66/2014 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) após parecer do Comitê de Análise de Ex-Tarifários (Caex).
Fonte: Ministério da Indústria, Comercio Exterior e Serviços
Foram publicadas hoje (13.08) duas novas Resoluções Camex que reduzem a zero o Imposto de Importação para uma lista de máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil.
A Resolução Camex n° 54 traz a lista de 38 bens de informática e telecomunicações, dos quais 36 são novos e dois, renovações.
Já a Resolução Camex n° 55 detalha a especificação técnica de 385 ex-tarifários para bens de capital, sendo 335 novos e 50 renovações.
Os equipamentos serão utilizados em projetos que totalizam US$ 929 milhões em investimentos produtivos que serão implementados em diferentes regiões do país nos setores de bens de capital, alimentos, eletroeletrônicos, telecomunicações, médico-hospitalar, autopeças, farmacêutico, construção civil, entre outros. Entre os projetos atendidos estão: fabricação de medicamentos, construção e ampliação de indústrias, obras de infraestrutura e exploração de petróleo em águas profundas.
O que são ex-tarifários
O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação dos bens assinalados como BK (bens de capital) e/ou BIT (bens de informática e telecomunicação) na Tarifa Externa Comum do Mercosul, quando não houver produção nacional.
O regime viabiliza aumento de investimentos; possibilita o incremento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia - uma das diretrizes da Plano Brasil Maior; e produz efeito multiplicador de emprego e renda sobre diferentes segmentos da economia nacional.
A concessão do regime é dada por meio da Resolução CAMEX n° 66/2014 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) após parecer do Comitê de Análise de Ex-Tarifários (Caex).
Fonte: Ministério da Indústria, Comercio Exterior e Serviços
Balança comercial registra déficit na segunda semana de agosto
A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 277 milhões na segunda semana de agosto. informou hoje (13) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Foram registradas no período exportações de US$ 3,444 milhões e importações de US$ 3,721.
A média das exportações da segunda semana do mês chegou a US$ 688,8 milhões, 12,8% abaixo da registrada na primeira semana (US$ 789,9 milhões), em razão da queda nas exportações de semimanufaturados (-35,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto e ouro em formas semimanufaturadas.
Também caíram, nesse comparativo, as vendas externas de produtos básicos (-11,0%), principalmente de petróleo em bruto, carnes bovina e de frango e café em grãos, e de manufaturados (-8,4%), em razão de etanol, motores para automóveis e tubos flexíveis de ferro e aço.
Já as importações registraram aumento de 8,8% da primeira para segunda semana de agosto. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, equipamentos elétricos e eletrônico.
No acumulado do mês, as exportações somam US$ 5,814 bilhões e as importações, US$ 5,773 bilhões, com saldo positivo de US$ 41 milhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 34,077 bilhões, com exportações de US$ 142,274 bilhões e importações de US$ 108,197 bilhões.
Comparativo
Na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações na segunda semana de agosto caíram 14,2% no geral, em razão da diminuição na venda de produtos semimanufaturados, como ferro, aço, açúcar em bruto, ferro-ligas, couros e peles, manteiga, gordura e óleo de cacau, que totalizaram retração de 30,3% (de US$ 121,4 milhões para US$ 84,6 milhões); manufaturados, que registrou queda de 18,6%, passando de de US$ 315,8 milhões para US$ 257,0 milhões, por conta de aviões, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, veículos de carga.
As vendas de básicos, como milho em grãos, carnes suína, bovina e de frango, café em grãos, minério de cobre e algodão bruto caíram 2,9%, de US$ 390,2 milhões para US$ 378,9 milhões.
Nas importações, a média diária até a segunda semana deste mês ficou em US$ 721,7 milhões, 19,6% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (32,8%), combustíveis e lubrificantes (32,3%), veículos automóveis e partes (25,2%), equipamentos mecânicos (17,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (13,6%).
Fonte: Agência Brasil
A média das exportações da segunda semana do mês chegou a US$ 688,8 milhões, 12,8% abaixo da registrada na primeira semana (US$ 789,9 milhões), em razão da queda nas exportações de semimanufaturados (-35,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto e ouro em formas semimanufaturadas.
Também caíram, nesse comparativo, as vendas externas de produtos básicos (-11,0%), principalmente de petróleo em bruto, carnes bovina e de frango e café em grãos, e de manufaturados (-8,4%), em razão de etanol, motores para automóveis e tubos flexíveis de ferro e aço.
Já as importações registraram aumento de 8,8% da primeira para segunda semana de agosto. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, equipamentos elétricos e eletrônico.
No acumulado do mês, as exportações somam US$ 5,814 bilhões e as importações, US$ 5,773 bilhões, com saldo positivo de US$ 41 milhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 34,077 bilhões, com exportações de US$ 142,274 bilhões e importações de US$ 108,197 bilhões.
Comparativo
Na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações na segunda semana de agosto caíram 14,2% no geral, em razão da diminuição na venda de produtos semimanufaturados, como ferro, aço, açúcar em bruto, ferro-ligas, couros e peles, manteiga, gordura e óleo de cacau, que totalizaram retração de 30,3% (de US$ 121,4 milhões para US$ 84,6 milhões); manufaturados, que registrou queda de 18,6%, passando de de US$ 315,8 milhões para US$ 257,0 milhões, por conta de aviões, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, veículos de carga.
As vendas de básicos, como milho em grãos, carnes suína, bovina e de frango, café em grãos, minério de cobre e algodão bruto caíram 2,9%, de US$ 390,2 milhões para US$ 378,9 milhões.
Nas importações, a média diária até a segunda semana deste mês ficou em US$ 721,7 milhões, 19,6% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (32,8%), combustíveis e lubrificantes (32,3%), veículos automóveis e partes (25,2%), equipamentos mecânicos (17,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (13,6%).
Fonte: Agência Brasil
10/08/2018 - Notícia Siscomex Importação nº 71/2018
Informamos que, a partir de 10/08/2018, haverá a seguinte alteração no tratamento administrativo aplicado às importações de produtos sujeitos à anuência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA):
1) Exclusão dos seguintes Destaques de NCM do tratamento administrativo para anuência da ANVISA:
6307 - Outros artigos confeccionados, incluindo os moldes para vestuário.
Destaque 030 - P/USO MÉDICO, ODONTOLÓGICO OU HOSPITALAR, EXCLUSIVAMENTE EM CASOS DE DOAÇÃO
6309 - Artigos de matérias têxteis e artigos de uso semelhante, usados.
Destaque 030 - EXCLUSIVAMENTE NOS CASOS DE DOAÇÃO
0501.00.00 - Cabelo em bruto, mesmo lavado ou desengordurado; desperdícios de cabelo.
Destaque 030 - PARA USO HUMANO
6703.00.00 - Cabelo disposto no mesmo sentido, adelgaçado, branqueado ou preparado de outro modo; lã, pelos e outras matérias têxteis, preparados para a fabricação de perucas ou de artigos semelhantes
Destaque 030 - PARA USO HUMANO
6704.20.00 - De cabelo (perucas, barbas etc.)
Destaque 002 - PARA USO HUMANO
4015.90.00 - Outros (vestuários e acessórios)
Destaque 030 - PARA USO MÉDICO ODONTO-HOSPITALAR
1511.90.00 - Outros (óleo de palma)
Destaque 001 - PARA USO EM INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA
OBSERVAÇÃO: As anuências dos demais órgãos sobre os mencionados códigos de NCM permanecem inalteradas.
DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR
09/08/2018 - Notícia Siscomex Importação n° 70/2018
Informamos que a partir do dia 16/08/2018 terá vigência novo tratamento administrativo, com anuência do DECEX delegada ao Banco do Brasil, aplicado às importações dos produtos classificados na NCM 9606.29.00, os quais passarão a estar sujeitos ao regime de licenciamento automático.
Departamento de Operações de Comércio Exterior
09/08/2018 - Notícia Siscomex Exportação nº 74/2018
Em continuidade ao desligamento dos sistemas legados de exportação devido a implantação do novo processo de exportação, informamos que a partir do dia 28/08/2018 não será mais possível o registro de novas Declarações Simplificadas de Exportação (DSE). As demais funções relativas às declarações registradas permaneceram em funcionamento.
As novas operações deverão ser processadas com base em DU-E.
Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês
O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07.08) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo.
Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”.
Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”.
Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou.
“Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”.
Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “ Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”.
Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”.
Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou.
“Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”.
Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Exportações de calçados caem 40% em julho
Após uma estabilidade em junho, as exportações de calçados voltaram a cair no mês passado. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no mês sete foram embarcados 4,8 milhões de pares que geraram US$ 58,4 milhões, quedas de 40% em volume e de 26,4% em receita gerada no comparativo com o mesmo mês de 2017. Foi o segundo pior resultado do ano corrente, atrás apenas de maio, quando as paralisações dos caminhoneiros afetaram o setor e o mês fechou com US$ 56 milhões em exportações. Com o resultado do mês passado, nos sete primeiros meses de 2018 as exportações somaram 60,2 milhões de pares por US$ 545,4 milhões, quedas de 10,7% em volume e de 10,3% em receita no comparativo com igual período de 2017.
O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que o resultado é reflexo da desvalorização das moedas nos países emergentes, em relação ao dólar, o que torna o preço do calçado para o exterior – em moeda forte - mais elevado. “O aumento dos juros do FED (banco central norte-americano) vem provocando uma fuga de capitais dos países emergentes, visto a atratividade do investimento nos Estados Unidos. O resultado é uma desvalorização das moedas locais”, comenta o executivo. Soma-se ao fato, o período de “entressafra” de julho, pois maior parte das coleções de primavera-verão já foram embarcadas nos meses anteriores. “Por outro lado, acredito que dificilmente o mau resultado de julho será repetido nos próximos meses. Partindo deste prisma, devemos fechar o ano com queda nos embarques, mas não tão elevada quanto o registro até o mês passado”, projeta o dirigente.
Destinos
O único país da parte de cima do ranking de destinos do calçado nacional com resultado positivo foi a Argentina, que segue no primeiro posto desde o início do ano. Em julho, os hermanos importaram 963,4 mil pares por US$ 11,5 milhões, incrementos de 1,7% em volume e de 4% em receita no comparativo o mês correspondente de 2017. Com isso, nos sete meses do ano, a Argentina já comprou 6,5 milhões de pares por US$ 88 milhões, incrementos de 25,3% em pares e de 16% em dólares em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo destino do calçado brasileiro no exterior, os Estados Unidos registraram queda substancial no mês passado, quando importaram 385,3 mil pares por US$ 10,34 milhões, revés de 42,5% em volume e de 34,4% em receita no comparativo com julho de 2017. Com isso, nos sete meses do ano os estadunidenses somam a importação de 5,37 milhões de pares por US$ 85,54 milhões, quedas de 13,5% e de 23,4%, respectivamente, em relação a 2017.
No terceiro posto apareceu a França, para onde, em julho, foram enviados 193 mil pares por US$ 5,5 milhões, queda de 42% em volume e incremento de 7,4% em dólares em relação ao mês sete de 2017. No acumulado, os franceses somaram a importação de 3,7 milhões de pares por US$ 35,8 milhões, incrementos de 30,7% e de 9,4%, respectivamente, sobre mesmo ínterim do ano passado.
RS: maior exportador
Nos sete primeiros meses de 2018, os gaúchos embarcaram 15,3 milhões de pares que geraram US$ 250,83 milhões, quedas de 2,6% em volume e de 4% em dólares no comparativo com igual período de 2017. Com isso, o Estado já responde por 46% do gerado com as exportações gerais dos sete primeiros meses do ano.
O segundo exportador do período foi o Ceará, que embarcou 23,55 milhões de pares por US$ 134,37 milhões, quedas de 7% em volume e de 7,8% em receita no comparativo com os sete primeiros meses de 2017.
Terceiro no ranking de exportadores, São Paulo, que vem sentindo de forma mais intensa o período de queda nos embarques, registrou quedas de 13,7% em volume e de 12% em receita nos sete primeiros meses de 2018. No período, os paulistas embarcaram 4 milhões de pares que geraram US$ 61,24 milhões.
Importações
Nos sete primeiros meses do ano, as importações de calçados cresceram 18,7% em volume e 7,4% em valores no comparativo com mesmo período de 2017. Até julho, entraram no Brasil 17,5 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 214,3 milhões. Segregando apenas o mês passado, foram importados 2,27 milhões de pares por US$ 31,22 milhões, altas de 33,6% em volume e de 23% em receita no comparativo com o mês correspondente de 2017.
No acumulado de 2018, as principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (7,3 milhões de pares e US$ 120,16 milhões, incrementos de 18,6% e de 56%, respectivamente, no comparativo com período equivalente do ano passado); Indonésia (2,2 milhões de pares e US$ 36,3 milhões, quedas de 3,6% e de 6%, respectivamente); e China (6,2 milhões de pares e US$ 24,3 milhões, altas de 39% e de 27%, respectivamente).
Em importações de partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc –, os sete meses de 2018 já registram US$ 32,76 milhões, 42% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que o resultado é reflexo da desvalorização das moedas nos países emergentes, em relação ao dólar, o que torna o preço do calçado para o exterior – em moeda forte - mais elevado. “O aumento dos juros do FED (banco central norte-americano) vem provocando uma fuga de capitais dos países emergentes, visto a atratividade do investimento nos Estados Unidos. O resultado é uma desvalorização das moedas locais”, comenta o executivo. Soma-se ao fato, o período de “entressafra” de julho, pois maior parte das coleções de primavera-verão já foram embarcadas nos meses anteriores. “Por outro lado, acredito que dificilmente o mau resultado de julho será repetido nos próximos meses. Partindo deste prisma, devemos fechar o ano com queda nos embarques, mas não tão elevada quanto o registro até o mês passado”, projeta o dirigente.
Destinos
O único país da parte de cima do ranking de destinos do calçado nacional com resultado positivo foi a Argentina, que segue no primeiro posto desde o início do ano. Em julho, os hermanos importaram 963,4 mil pares por US$ 11,5 milhões, incrementos de 1,7% em volume e de 4% em receita no comparativo o mês correspondente de 2017. Com isso, nos sete meses do ano, a Argentina já comprou 6,5 milhões de pares por US$ 88 milhões, incrementos de 25,3% em pares e de 16% em dólares em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo destino do calçado brasileiro no exterior, os Estados Unidos registraram queda substancial no mês passado, quando importaram 385,3 mil pares por US$ 10,34 milhões, revés de 42,5% em volume e de 34,4% em receita no comparativo com julho de 2017. Com isso, nos sete meses do ano os estadunidenses somam a importação de 5,37 milhões de pares por US$ 85,54 milhões, quedas de 13,5% e de 23,4%, respectivamente, em relação a 2017.
No terceiro posto apareceu a França, para onde, em julho, foram enviados 193 mil pares por US$ 5,5 milhões, queda de 42% em volume e incremento de 7,4% em dólares em relação ao mês sete de 2017. No acumulado, os franceses somaram a importação de 3,7 milhões de pares por US$ 35,8 milhões, incrementos de 30,7% e de 9,4%, respectivamente, sobre mesmo ínterim do ano passado.
RS: maior exportador
Nos sete primeiros meses de 2018, os gaúchos embarcaram 15,3 milhões de pares que geraram US$ 250,83 milhões, quedas de 2,6% em volume e de 4% em dólares no comparativo com igual período de 2017. Com isso, o Estado já responde por 46% do gerado com as exportações gerais dos sete primeiros meses do ano.
O segundo exportador do período foi o Ceará, que embarcou 23,55 milhões de pares por US$ 134,37 milhões, quedas de 7% em volume e de 7,8% em receita no comparativo com os sete primeiros meses de 2017.
Terceiro no ranking de exportadores, São Paulo, que vem sentindo de forma mais intensa o período de queda nos embarques, registrou quedas de 13,7% em volume e de 12% em receita nos sete primeiros meses de 2018. No período, os paulistas embarcaram 4 milhões de pares que geraram US$ 61,24 milhões.
Importações
Nos sete primeiros meses do ano, as importações de calçados cresceram 18,7% em volume e 7,4% em valores no comparativo com mesmo período de 2017. Até julho, entraram no Brasil 17,5 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 214,3 milhões. Segregando apenas o mês passado, foram importados 2,27 milhões de pares por US$ 31,22 milhões, altas de 33,6% em volume e de 23% em receita no comparativo com o mês correspondente de 2017.
No acumulado de 2018, as principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (7,3 milhões de pares e US$ 120,16 milhões, incrementos de 18,6% e de 56%, respectivamente, no comparativo com período equivalente do ano passado); Indonésia (2,2 milhões de pares e US$ 36,3 milhões, quedas de 3,6% e de 6%, respectivamente); e China (6,2 milhões de pares e US$ 24,3 milhões, altas de 39% e de 27%, respectivamente).
Em importações de partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc –, os sete meses de 2018 já registram US$ 32,76 milhões, 42% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
MDIC abre consulta pública sobre negociações comerciais com Singapura
A secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços abriu nessa terça-feira uma consulta pública para que o setor produtivo envie manifestações sobre a negociação de acordo de livre comércio entre o Mercosul e Singapura.
O objetivo da consulta é recolher subsídios do setor privado em relação à possibilidade de concessões de acesso preferencial ao mercado nacional de bens para Singapura.
Serão aceitas apenas as manifestações de associações ou entidades de classe, que deverão indicar o grau de sensibilidade dos itens produzidos por seus associados. Os interessados devem preencher este formulário e enviar para consultas@mdic.gov.br até o dia 21/09.
As informações recebidas pela Secex são de caráter sigiloso e serão analisadas para a definição brasileira quanto às negociações de livre comércio entre o Mercosul e Singapura.
Fonte: Ministério da Indústria, comércio Exterior e Serviços
O objetivo da consulta é recolher subsídios do setor privado em relação à possibilidade de concessões de acesso preferencial ao mercado nacional de bens para Singapura.
Serão aceitas apenas as manifestações de associações ou entidades de classe, que deverão indicar o grau de sensibilidade dos itens produzidos por seus associados. Os interessados devem preencher este formulário e enviar para consultas@mdic.gov.br até o dia 21/09.
As informações recebidas pela Secex são de caráter sigiloso e serão analisadas para a definição brasileira quanto às negociações de livre comércio entre o Mercosul e Singapura.
Fonte: Ministério da Indústria, comércio Exterior e Serviços
Brasil vai exportar embriões bovinos “in vitro” para a Índia
O Brasil vai exportar embriões bovinos “in vitro” para a Índia. Nesta terça-feira (07), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu comunicado oficial que viabiliza o início dos embarques para o país. O Departament of Animal Husbanfry, Dairying & Fisheries of Ministry of Agriculture and Farmers (DAHD/MAFW) indiano, aprovou o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) elaborado pelo Departamento de Saúde Animal do ministério (DSA/Mapa). Os embriões, a exemplo do sêmen, são armazenados em paletas ou ampolas, contendo em cada unidade embriões de uma única origem (fêmea), conservados normalmente em nitrogênio líquido. A exportação é feita por via aérea.
A autorização do Serviço Veterinário Indiano para a importação do material genético bovino do Brasil, demonstra o reconhecimento internacional das condições sanitárias dos rebanhos brasileiros além da credibilidade da certificação veterinária, considerou o diretor do Departamento de Saúde Animal, Guilherme Marques.
O diretor lembra que a Índia sempre foi fornecedor histórico de material genético zebuíno ao Brasil. A negociação sanitária avançou durante a 84ª Expozebu, em Uberaba (MG). Na exposição, foram realizadas rodadas de negociação com nove países interessados em importar material genético e animais de reprodução do Brasil. No final do evento foram firmados protocolos sanitários.
A Índia é o país onde surgiu o gado Zebu, mas o melhoramento genético realizado no gado zebuíno brasileiro trouxe resultados em ganhos de produtividade, o que o tornou atraente a produtores indianos.
Protocolos
Em relação à exportação de embriões bovinos “in vitro”, desde agosto de 2016, vêm sendo assinados protocolos sanitários com diferentes países. Atualmente, produtores brasileiros podem vender esses embriões ao Paraguai, à Bolívia, ao Uruguai, à Argentina, a Colômbia e ao Equador.
A produção in vitro de embriões (PIVE) é uma ferramenta utilizada para aumentar a produtividade, por possibilitar a multiplicação rápida e o aumento do número de descendentes oriundos de animais melhoradores de plantéis. Inicialmente, essa técnica era aplicada no Brasil apenas para fins de pesquisa, mas, na última década, passou a ser utilizada em larga escala para a multiplicação comercial, tornando o país o maior produtor mundial e de referência no uso de PIVE em bovinos.
Fonte: MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
A autorização do Serviço Veterinário Indiano para a importação do material genético bovino do Brasil, demonstra o reconhecimento internacional das condições sanitárias dos rebanhos brasileiros além da credibilidade da certificação veterinária, considerou o diretor do Departamento de Saúde Animal, Guilherme Marques.
O diretor lembra que a Índia sempre foi fornecedor histórico de material genético zebuíno ao Brasil. A negociação sanitária avançou durante a 84ª Expozebu, em Uberaba (MG). Na exposição, foram realizadas rodadas de negociação com nove países interessados em importar material genético e animais de reprodução do Brasil. No final do evento foram firmados protocolos sanitários.
A Índia é o país onde surgiu o gado Zebu, mas o melhoramento genético realizado no gado zebuíno brasileiro trouxe resultados em ganhos de produtividade, o que o tornou atraente a produtores indianos.
Protocolos
Em relação à exportação de embriões bovinos “in vitro”, desde agosto de 2016, vêm sendo assinados protocolos sanitários com diferentes países. Atualmente, produtores brasileiros podem vender esses embriões ao Paraguai, à Bolívia, ao Uruguai, à Argentina, a Colômbia e ao Equador.
A produção in vitro de embriões (PIVE) é uma ferramenta utilizada para aumentar a produtividade, por possibilitar a multiplicação rápida e o aumento do número de descendentes oriundos de animais melhoradores de plantéis. Inicialmente, essa técnica era aplicada no Brasil apenas para fins de pesquisa, mas, na última década, passou a ser utilizada em larga escala para a multiplicação comercial, tornando o país o maior produtor mundial e de referência no uso de PIVE em bovinos.
Fonte: MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
07/08/2018 - Notícia Siscomex Importação nº 69/2018
Informamos que, a partir do dia 09/08/2018, haverá alteração no Tratamento Administrativo dos produtos comumente classificados na NCM 7607.11.90 com anuência DECEX, conforme abaixo:
a) Exclusão do Destaque 001 da NCM 7607.11.90
7607.11.90 - Folhas e tiras de alumínio, sem suporte, simplesmente laminadas
Destaque 001 - Folhas e tiras, de alumínio, de espessura não superior a 0,2 mm, com clad.
Salientamos que a mencionada NCM continua sob o regime de Licenciamento não-automático.
Departamento de Operações de Comércio Exterior
Abicalçados ganha liminar e associados poderão receber 2% do Reintegra
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora duas vitórias importantes para as calçadistas associadas à entidade. Tratam-se do logro de duas ações coletivas impetradas, a primeira que resultou em liminar que restabelece a alíquota de 2% para restituição do Reintegra - a partir de junho, por decreto, o Governo Federal havia passado a alíquota para 0,1% - e a segunda na liminar que permite a exclusão do ICMS para a base de cálculo do PIS/Cofins.
A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, como trata-se de uma ação coletiva da entidade, somente as empresas associadas poderão usufruir dos benefícios, tanto do restabelecimento do Reintegra quanto da exclusão do ICMS do cálculo do PIS/Cofins. “Empresas que se associarem à Abicalçados também poderão entrar no escopo das ações”, acrescenta a advogada.
Segundo ela, a medida levou em consideração a ilegalidade da cobrança já em 2018, sem respeitar os prazos de adequação para a nova tributação. “A decisão do Governo foi tomada de uma hora para outra, tirando qualquer possibilidade de previsibilidade para a formação de preço para o mercado externo. Ou seja, como o calçadista iria argumentar com o importador que o produto negociado em maio teria que ter o preço ajustado em função da medida governamental?”, questiona Suély, ressaltando que empresas associadas à Abicalçados ainda poderão solicitar à Receita Federal o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente desde junho, na diferença de 1,9%.
Entenda
Criado em 2011, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, o Reintegra busca compensar as excessivas tributações de produtos exportados por meio da restituição de um determinado percentual sobre a receita das vendas para o exterior. O objetivo do projeto é criar maiores condições de competitividade para a indústria nacional.
Quando criado, o mecanismo previa a restituição de 3%, alíquota que foi diminuindo governo após governo até chegar à alíquota proposta pelo atual, de 0,1%, que, devido à ação coletiva da Abicalçados, só poderá ser cobrada a partir de 2019
Mais informações sobre o tema podem ser obtidas com Suély, pelo telefone 51 3594 7011 (Ramal 248) ou pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - ABICALÇADOS
A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, como trata-se de uma ação coletiva da entidade, somente as empresas associadas poderão usufruir dos benefícios, tanto do restabelecimento do Reintegra quanto da exclusão do ICMS do cálculo do PIS/Cofins. “Empresas que se associarem à Abicalçados também poderão entrar no escopo das ações”, acrescenta a advogada.
Segundo ela, a medida levou em consideração a ilegalidade da cobrança já em 2018, sem respeitar os prazos de adequação para a nova tributação. “A decisão do Governo foi tomada de uma hora para outra, tirando qualquer possibilidade de previsibilidade para a formação de preço para o mercado externo. Ou seja, como o calçadista iria argumentar com o importador que o produto negociado em maio teria que ter o preço ajustado em função da medida governamental?”, questiona Suély, ressaltando que empresas associadas à Abicalçados ainda poderão solicitar à Receita Federal o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente desde junho, na diferença de 1,9%.
Entenda
Criado em 2011, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, o Reintegra busca compensar as excessivas tributações de produtos exportados por meio da restituição de um determinado percentual sobre a receita das vendas para o exterior. O objetivo do projeto é criar maiores condições de competitividade para a indústria nacional.
Quando criado, o mecanismo previa a restituição de 3%, alíquota que foi diminuindo governo após governo até chegar à alíquota proposta pelo atual, de 0,1%, que, devido à ação coletiva da Abicalçados, só poderá ser cobrada a partir de 2019
Mais informações sobre o tema podem ser obtidas com Suély, pelo telefone 51 3594 7011 (Ramal 248) ou pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.
Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - ABICALÇADOS
03/08/2018 - Notícia Siscomex Exportação nº 73/2018
Informamos que os problemas apresentados durante essa semana na DU-E, causando inclusive a sua indisponibilidade, ocorreram devido à utilização de ferramenta para extração de dados em massa do sistema, mais conhecida como “robô em tela”, por intervenientes do comércio exterior.
Destacamos que esta prática traz grande dano a todos que utilizam o sistema, prejudicando, por fim, a exportação nacional.
A fim de coibir tal procedimento, o Serpro habilitou o monitoramento ativo do sistema e, caso identificada qualquer atividade semelhante, o IP utilizado será bloqueado e o responsável pela ferramenta será contactado diretamente pela equipe do Serpro.
O usuário que deseja realizar a extração de dados em massa da DU-E deve utilizar os recursos e ferramentas já disponíveis, por meio de serviço.
03/08/2018 - Notícia Siscomex Exportação nº 72/2018
O Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX), da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), informa que em conformidade com a Portaria SECEX nº 42, de 30 de julho de 2018, as operações de exportação “temporária e transformação de exportação temporária em definitiva”, de “fornecimento de combustíveis, lubrificantes, alimentos e outros produtos para uso e consumo de bordo em aeronave ou embarcação de bandeira estrangeira ou brasileira, em tráfego internacional” e de “indenização” poderão ser objeto de novos Registros de Exportação (RE) até 31 de agosto de 2018.
DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR
Importações fazem superávit comercial cair 19,6% de janeiro a julho
O crescimento das importações em ritmo maior que o das exportações fez o saldo da balança comercial cair nos sete primeiros meses do ano. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país exportou US$ 34,160 bilhões a mais do que importou no período de janeiro a julho. O superávit é 19,6% inferior ao do mesmo período do ano passado (US$ 42,496 bilhões).
Apesar do recuo, o superávit foi o segundo melhor da história para o período. Em julho, o Brasil exportou US$ 4,227 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 35,8% em relação ao superávit registrado em julho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, perdendo para julho de 2017 (US$ 6,285 bilhões) e de 2016 (US$ 4,575 bilhões).
Recuperação da economia
Depois de fechar 2017 com superávit recorde de US$ 67 bilhões, o saldo da balança comercial tem registrado recuo no primeiro semestre, provocado principalmente pelo desempenho das importações, que cresceram 21,1% pela média diária, somando US$ 102,423 bilhões nos sete primeiros meses do ano. A alta, de acordo com o ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção), cujas importações subiram 83,7% de janeiro a julho.
As exportações também aumentaram, mas em ritmo menor. Nos sete primeiros meses de 2018, o país vendeu ao exterior US$ 136,582 bilhões, valor 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a pasta, as vendas de produtos primários, como commodities (bens primários com cotação internacional) subiram 10,6% de janeiro a julho.
As vendas de produtos manufaturados aumentaram 6,6% em 2018, mas as exportações de bens semimanufaturados acumulam queda de 1,4% no ano, influenciadas principalmente pela queda no preço internacional do açúcar bruto.
Estimativa para 2018
Oficialmente, o ministério estima superávit em torno de US$ 50 bilhões neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 58,06 bilhões para este ano.
Fonte: Agência Brasil
Apesar do recuo, o superávit foi o segundo melhor da história para o período. Em julho, o Brasil exportou US$ 4,227 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 35,8% em relação ao superávit registrado em julho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, perdendo para julho de 2017 (US$ 6,285 bilhões) e de 2016 (US$ 4,575 bilhões).
Recuperação da economia
Depois de fechar 2017 com superávit recorde de US$ 67 bilhões, o saldo da balança comercial tem registrado recuo no primeiro semestre, provocado principalmente pelo desempenho das importações, que cresceram 21,1% pela média diária, somando US$ 102,423 bilhões nos sete primeiros meses do ano. A alta, de acordo com o ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção), cujas importações subiram 83,7% de janeiro a julho.
As exportações também aumentaram, mas em ritmo menor. Nos sete primeiros meses de 2018, o país vendeu ao exterior US$ 136,582 bilhões, valor 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a pasta, as vendas de produtos primários, como commodities (bens primários com cotação internacional) subiram 10,6% de janeiro a julho.
As vendas de produtos manufaturados aumentaram 6,6% em 2018, mas as exportações de bens semimanufaturados acumulam queda de 1,4% no ano, influenciadas principalmente pela queda no preço internacional do açúcar bruto.
Estimativa para 2018
Oficialmente, o ministério estima superávit em torno de US$ 50 bilhões neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 58,06 bilhões para este ano.
Fonte: Agência Brasil
BCs do Brasil e Paraguai colocam em vigor no dia 6 Sistema de Pagamentos em Moeda Local
O Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML) entre Bancos Centrais do Brasil e do Paraguai entra em funcionamento na próxima semana. Com ele será possível a brasileiros e paraguaios realizarem pagamentos e recebimentos entre os dois países em suas respectivas moedas, dispensando o contrato de câmbio.
O Banco Central (BC) informou hoje (3), em Brasília, que aprovou a Circular 3.907 estabelecendo normas de funcionamento do SML, firmado com o Banco Central do Paraguai. O documento contém os detalhes técnico-operacionais do sistema e entrará em vigor na próxima segunda-feira (6), quando devem ser iniciadas as operações.
Segundo o BC, poderão cursar no sistema transferências para o pagamento de importações e exportações de bens e serviços associados como fretes e seguros, serviços diversos não relacionados ao comércio de bens e transferências unilaterais correntes, tais como aposentadorias e pensões.
Como será
“O Sistema de Pagamentos em Moeda Local caracteriza-se por interligar os sistemas de pagamentos locais, tornando as transferências internacionais mais eficientes e com custos reduzidos. Essas vantagens deverão aumentar o nível de acesso dos pequenos e médios agentes ao comércio de bens e serviços entre os dois países e aprofundar a utilização das respectivas moedas nacionais (Real e Guarani)”, diz o BC, em nota.
A circular internacionaliza as regras estabelecidas no Regulamento Operacional do SML, firmado entre os dois Bancos Centrais em 30 de julho. O BC já possui outros dois SMLs em operação, um com o Banco Central da República Argentina, desde 2008, e outro com o Banco Central do Uruguai, desde 2014.
Fonte: Agência Brasil
O Banco Central (BC) informou hoje (3), em Brasília, que aprovou a Circular 3.907 estabelecendo normas de funcionamento do SML, firmado com o Banco Central do Paraguai. O documento contém os detalhes técnico-operacionais do sistema e entrará em vigor na próxima segunda-feira (6), quando devem ser iniciadas as operações.
Segundo o BC, poderão cursar no sistema transferências para o pagamento de importações e exportações de bens e serviços associados como fretes e seguros, serviços diversos não relacionados ao comércio de bens e transferências unilaterais correntes, tais como aposentadorias e pensões.
Como será
“O Sistema de Pagamentos em Moeda Local caracteriza-se por interligar os sistemas de pagamentos locais, tornando as transferências internacionais mais eficientes e com custos reduzidos. Essas vantagens deverão aumentar o nível de acesso dos pequenos e médios agentes ao comércio de bens e serviços entre os dois países e aprofundar a utilização das respectivas moedas nacionais (Real e Guarani)”, diz o BC, em nota.
A circular internacionaliza as regras estabelecidas no Regulamento Operacional do SML, firmado entre os dois Bancos Centrais em 30 de julho. O BC já possui outros dois SMLs em operação, um com o Banco Central da República Argentina, desde 2008, e outro com o Banco Central do Uruguai, desde 2014.
Fonte: Agência Brasil
Camex e Casa Civil assinam Memorando de Entendimento em boas práticas regulatórias com governo dos Estados Unidos
A secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Marcela Carvalho, e o subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, Marcelo Guaranys, assinaram, nesta quarta-feira (01.08), um Memorando de Entendimento (MoU) em boas práticas regulatórias com o governo dos Estados Unidos. Representaram o governo norte-americano a subsecretária adjunta para o Comércio Exterior em exercício do Departamento de Comércio dos EUA (DoC), Sarah Kemp, e a Administradora do Escritório de Informações e Assuntos Regulatórios da Casa Branca, Noemi Rao.
No documento, os órgãos públicos se comprometem em coordenar esforços para construir e fortalecer sua cooperação na promoção de boas práticas regulatórias, incluindo a transparência, com vistas a aumentar a compreensão mútua dos seus respectivos sistemas e promover o comércio e investimento bilaterais.
Além disso, se comprometem a cooperar e na troca de experiências sobre formas de assegurar que leis, regulamentos, procedimentos e decisões administrativas de aplicação geral sejam prontamente publicadas a fim de permitir que as pessoas e entidades interessadas tomem conhecimento dos mesmos.
O memorando também prevê que os participantes realizem atividades de cooperação conjunta, como mesas-redondas e seminários, que podem incluir intercâmbio de boas práticas regulatórias, como publicar antecipadamente, em forma de projeto, um regulamento que o governo central de um participante se propõe a adotar, incluindo suas revisões ou emendas; proporcionar às pessoas e entidades interessadas e ao outro participante oportunidade e prazo razoável para oferecer comentários sobre tais propostas de regulamentos, entre outras medidas.
O documento também elenca benefícios mútuos decorrentes da cooperação bilateral, como a importância de processos decisórios transparentes e baseados em evidências para melhorar os resultados regulatórios e facilitar o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos; que as boas práticas podem melhorar a cooperação regulatória, contribuir para o bem-estar econômico do Brasil e dos Estados Unidos, promover a saúde, a segurança e as proteções ambientais para os cidadãos americanos e brasileiros e melhorar a competitividade dos negócios, especialmente para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs); a importância da cooperação público-privada na promoção da adoção de boas práticas regulatórias pelos governos; e a importância de estabelecer entendimentos mútuos acerca das inovações na formulação de políticas regulatórias, em particular ao proporcionar oportunidades significativas e iguais a todas pessoas e entidades interessadas em contribuir para o desenvolvimento de regulamentações.
Agenda Regulatória de Comércio Exterior
Durante a 16ª edição do diálogo comercial MDIC-DoC, também foi discutida em uma mesa redonda a Primeira Agenda Regulatória de Comércio Exterior do Brasil, aprovada pela Câmara de Comércio Exterior no início deste mês. Além da Camex, estiveram presentes representantes da Casa Civil e da ANEEL, pelo lado brasileiro, e do Departamento de Comércio e do Escritório de Informação e Assuntos Regulatórios da Casa Branca, pelo lado norte-americano.
A agenda é um instrumento inédito de planejamento regulatório que visa auxiliar na identificação e organização de temas estratégicos que serão acompanhados pelos órgãos reguladores e pela Secretaria Executiva da Camex até o final de 2019, de acordo com Marcela Carvalho. A iniciativa também tem como objetivo promover transparência e previsibilidade no comércio exterior brasileiro, pois tornará públicas as ações prioritárias dos órgãos reguladores dessa área e permitirá acompanhamento e participação das empresas e da sociedade.
De acordo com a secretária-executiva da Camex, a Agenda Regulatória de Comércio Exterior está em linha com as diretrizes do Comitê de Política Regulatória e com as recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de que os países devem assumir o compromisso, no mais alto nível, de adotar política de qualidade regulatória para o governo como um todo.
A agenda foi baseada em um trabalho realizado em conjunto com 28 órgãos reguladores do comércio exterior, que são membros do Grupo de Trabalho de Regulação da Camex, e com a sociedade, por meio de consulta pública, que durou mais de 60 dias e recebeu quase mil comentários de mais de cem entidades - incluindo não apenas empresas e associações empresariais brasileiras, mas também Universidades, governos e associações empresariais estrangeiras. Assim, a Camex identificou, para os anos de 2018 e 2019, leis e atos normativos com prioridade de revisão, alteração, atualização ou revogação, e áreas em que novas regulações são necessárias. Foram selecionadas 70 normas (entre leis, decretos e atos infralegais) divididas em 8 áreas temáticas, que agora serão acompanhadas pelos órgãos competentes e pela Secretaria Executiva da Camex visando a melhoria do ambiente regulatório no comércio exterior brasileiro.
Além disso, de acordo com Marcela Carvalho, a agenda regulatória servirá como balizadora de prioridades em matéria de comércio exterior, auxiliando os órgãos públicos na revisão dos respectivos estoques regulatórios. Em relação à agenda internacional, a secretária destacou que a Camex está engajada na negociação de capítulos de coerência regulatória com parceiros comerciais do Brasil. Ela informou, ainda, que a próxima prioridade é finalizar o texto de boas práticas regulatórias com o Mercosul o que pode acontecer até o final deste ano.
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
No documento, os órgãos públicos se comprometem em coordenar esforços para construir e fortalecer sua cooperação na promoção de boas práticas regulatórias, incluindo a transparência, com vistas a aumentar a compreensão mútua dos seus respectivos sistemas e promover o comércio e investimento bilaterais.
Além disso, se comprometem a cooperar e na troca de experiências sobre formas de assegurar que leis, regulamentos, procedimentos e decisões administrativas de aplicação geral sejam prontamente publicadas a fim de permitir que as pessoas e entidades interessadas tomem conhecimento dos mesmos.
O memorando também prevê que os participantes realizem atividades de cooperação conjunta, como mesas-redondas e seminários, que podem incluir intercâmbio de boas práticas regulatórias, como publicar antecipadamente, em forma de projeto, um regulamento que o governo central de um participante se propõe a adotar, incluindo suas revisões ou emendas; proporcionar às pessoas e entidades interessadas e ao outro participante oportunidade e prazo razoável para oferecer comentários sobre tais propostas de regulamentos, entre outras medidas.
O documento também elenca benefícios mútuos decorrentes da cooperação bilateral, como a importância de processos decisórios transparentes e baseados em evidências para melhorar os resultados regulatórios e facilitar o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos; que as boas práticas podem melhorar a cooperação regulatória, contribuir para o bem-estar econômico do Brasil e dos Estados Unidos, promover a saúde, a segurança e as proteções ambientais para os cidadãos americanos e brasileiros e melhorar a competitividade dos negócios, especialmente para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs); a importância da cooperação público-privada na promoção da adoção de boas práticas regulatórias pelos governos; e a importância de estabelecer entendimentos mútuos acerca das inovações na formulação de políticas regulatórias, em particular ao proporcionar oportunidades significativas e iguais a todas pessoas e entidades interessadas em contribuir para o desenvolvimento de regulamentações.
Agenda Regulatória de Comércio Exterior
Durante a 16ª edição do diálogo comercial MDIC-DoC, também foi discutida em uma mesa redonda a Primeira Agenda Regulatória de Comércio Exterior do Brasil, aprovada pela Câmara de Comércio Exterior no início deste mês. Além da Camex, estiveram presentes representantes da Casa Civil e da ANEEL, pelo lado brasileiro, e do Departamento de Comércio e do Escritório de Informação e Assuntos Regulatórios da Casa Branca, pelo lado norte-americano.
A agenda é um instrumento inédito de planejamento regulatório que visa auxiliar na identificação e organização de temas estratégicos que serão acompanhados pelos órgãos reguladores e pela Secretaria Executiva da Camex até o final de 2019, de acordo com Marcela Carvalho. A iniciativa também tem como objetivo promover transparência e previsibilidade no comércio exterior brasileiro, pois tornará públicas as ações prioritárias dos órgãos reguladores dessa área e permitirá acompanhamento e participação das empresas e da sociedade.
De acordo com a secretária-executiva da Camex, a Agenda Regulatória de Comércio Exterior está em linha com as diretrizes do Comitê de Política Regulatória e com as recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de que os países devem assumir o compromisso, no mais alto nível, de adotar política de qualidade regulatória para o governo como um todo.
A agenda foi baseada em um trabalho realizado em conjunto com 28 órgãos reguladores do comércio exterior, que são membros do Grupo de Trabalho de Regulação da Camex, e com a sociedade, por meio de consulta pública, que durou mais de 60 dias e recebeu quase mil comentários de mais de cem entidades - incluindo não apenas empresas e associações empresariais brasileiras, mas também Universidades, governos e associações empresariais estrangeiras. Assim, a Camex identificou, para os anos de 2018 e 2019, leis e atos normativos com prioridade de revisão, alteração, atualização ou revogação, e áreas em que novas regulações são necessárias. Foram selecionadas 70 normas (entre leis, decretos e atos infralegais) divididas em 8 áreas temáticas, que agora serão acompanhadas pelos órgãos competentes e pela Secretaria Executiva da Camex visando a melhoria do ambiente regulatório no comércio exterior brasileiro.
Além disso, de acordo com Marcela Carvalho, a agenda regulatória servirá como balizadora de prioridades em matéria de comércio exterior, auxiliando os órgãos públicos na revisão dos respectivos estoques regulatórios. Em relação à agenda internacional, a secretária destacou que a Camex está engajada na negociação de capítulos de coerência regulatória com parceiros comerciais do Brasil. Ela informou, ainda, que a próxima prioridade é finalizar o texto de boas práticas regulatórias com o Mercosul o que pode acontecer até o final deste ano.
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
Exportações em julho crescem 16,4% em relação a 2017
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em julho, com exportações de US$ 22,8 bilhões e importações de US$ 18,6 bilhões. Este é o segundo melhor saldo comercial para meses de julho da série histórica, atrás do que foi registrado em 2017, de US$ 6,3 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
Em relação a julho de 2017, os embarques ao exterior tiveram crescimento de 16,4% pela média diária. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do MDIC, Herlon Brandão, no mês houve crescimento nas exportações de autopeças (331,7%), óleos brutos de petróleo (112,1%), soja (53,4%), minério de ferro (47%) e plataformas de petróleo (31,6%).
Já as importações tiveram crescimento de 42,7% pela média diária em relação a julho do ano passado. Brandão destacou que a compra de duas plataformas de petróleo de US$ 1,6 bilhão cada tiveram impacto nesse resultado.
No acumulado de 2018, quando comparado com igual período do ano anterior, houve crescimento de 83,7% na importação de bens de capital e aumento de 10,6% nas exportações de produtos básicos e de 4,3% de bens industrializados.
A previsão é que, em 2018, a balança comercial brasileira tenha um superávit comercial na casa dos US$ 50 bilhões.
Acumulado
De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 136,5 bilhões e as importações, US$ 102,4 bilhões. O saldo comercial acumula superávit de US$ 34,1 bilhões.
No acumulado do ano, cresceram as exportações de produtos básicos (10,6%) e manufaturados (6,6%) e caíram as vendas de semimanufaturados (-1,4%).
Houve aumento na venda para a União Europeia (20,9%), América Central e Caribe (17,4%), Oceania (8,9%), Ásia (9,7%) e Mercosul (5,1%). Os principais países de destino das exportações brasileiras foram China (US$ 38,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 15,6 bilhões) e Argentina (US$ 10 bilhões).
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
Em relação a julho de 2017, os embarques ao exterior tiveram crescimento de 16,4% pela média diária. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do MDIC, Herlon Brandão, no mês houve crescimento nas exportações de autopeças (331,7%), óleos brutos de petróleo (112,1%), soja (53,4%), minério de ferro (47%) e plataformas de petróleo (31,6%).
Já as importações tiveram crescimento de 42,7% pela média diária em relação a julho do ano passado. Brandão destacou que a compra de duas plataformas de petróleo de US$ 1,6 bilhão cada tiveram impacto nesse resultado.
No acumulado de 2018, quando comparado com igual período do ano anterior, houve crescimento de 83,7% na importação de bens de capital e aumento de 10,6% nas exportações de produtos básicos e de 4,3% de bens industrializados.
A previsão é que, em 2018, a balança comercial brasileira tenha um superávit comercial na casa dos US$ 50 bilhões.
Acumulado
De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 136,5 bilhões e as importações, US$ 102,4 bilhões. O saldo comercial acumula superávit de US$ 34,1 bilhões.
No acumulado do ano, cresceram as exportações de produtos básicos (10,6%) e manufaturados (6,6%) e caíram as vendas de semimanufaturados (-1,4%).
Houve aumento na venda para a União Europeia (20,9%), América Central e Caribe (17,4%), Oceania (8,9%), Ásia (9,7%) e Mercosul (5,1%). Os principais países de destino das exportações brasileiras foram China (US$ 38,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 15,6 bilhões) e Argentina (US$ 10 bilhões).
Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
01/08/2018 - Notícia Siscomex Exportação nº 71/2018
O Portal Único de Comércio Exterior, módulo Exportação, está passando por instabilidades que afetam todo o processo de exportação. A equipe técnica responsável pela sustentação do sistema está trabalhando com máxima prioridade para restabelecer a situação normal com a maior brevidade possível.
Secretaria de Comércio Exterior
Importações fazem superávit comercial cair 19,6% de janeiro a julho
O crescimento das importações em ritmo maior que o das exportações fez o saldo da balança comercial cair nos sete primeiros meses do ano. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país exportou US$ 34,160 bilhões a mais do que importou no período de janeiro a julho. O superávit é 19,6% inferior ao do mesmo período do ano passado (US$ 42,496 bilhões).
Apesar do recuo, o superávit foi o segundo melhor da história para o período. Em julho, o Brasil exportou US$ 4,227 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 28,2% em relação ao superávit registrado em julho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, perdendo para julho de 2017 (US$ 5,885 bilhões) e de 2016 (US$ 4,575 bilhões).
Recuperação da economia
Depois de fechar 2017 com superávit recorde de US$ 67 bilhões, o saldo da balança comercial tem registrado recuo no primeiro semestre, provocado principalmente pelo desempenho das importações, que cresceram 21,1% pela média diária, somando US$ 102,423 bilhões nos sete primeiros meses do ano. A alta, de acordo com o ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção), cujas importações subiram 83,7% de janeiro a julho.
As exportações também aumentaram, mas em ritmo menor. Nos sete primeiros meses de 2018, o país vendeu ao exterior US$ 136,582 bilhões, valor 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a pasta, as vendas de produtos primários, como commodities (bens primários com cotação internacional) subiram 10,6% de janeiro a julho.
As vendas de produtos manufaturados aumentaram 6,6% em 2018, mas as exportações de bens semimanufaturados acumulam queda de 1,4% no ano, influenciadas principalmente pela queda no preço internacional do açúcar bruto.
Estimativa para 2018
Oficialmente, o ministério estima superávit em torno de US$ 50 bilhões neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 58,06 bilhões para este ano.
Fonte: Agência Brasil
Apesar do recuo, o superávit foi o segundo melhor da história para o período. Em julho, o Brasil exportou US$ 4,227 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 28,2% em relação ao superávit registrado em julho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, perdendo para julho de 2017 (US$ 5,885 bilhões) e de 2016 (US$ 4,575 bilhões).
Recuperação da economia
Depois de fechar 2017 com superávit recorde de US$ 67 bilhões, o saldo da balança comercial tem registrado recuo no primeiro semestre, provocado principalmente pelo desempenho das importações, que cresceram 21,1% pela média diária, somando US$ 102,423 bilhões nos sete primeiros meses do ano. A alta, de acordo com o ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção), cujas importações subiram 83,7% de janeiro a julho.
As exportações também aumentaram, mas em ritmo menor. Nos sete primeiros meses de 2018, o país vendeu ao exterior US$ 136,582 bilhões, valor 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a pasta, as vendas de produtos primários, como commodities (bens primários com cotação internacional) subiram 10,6% de janeiro a julho.
As vendas de produtos manufaturados aumentaram 6,6% em 2018, mas as exportações de bens semimanufaturados acumulam queda de 1,4% no ano, influenciadas principalmente pela queda no preço internacional do açúcar bruto.
Estimativa para 2018
Oficialmente, o ministério estima superávit em torno de US$ 50 bilhões neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 58,06 bilhões para este ano.
Fonte: Agência Brasil
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