Líderes destacam principais pontos da Gestão sem Fronteiras

Amcham: 07.06.2013

Maior evento do ano da Amcham-Salvador, o CEO Fórum ganhou edição 2013 na última quinta-feira (06/06) com platéia de mais 160 pessoas. 
Com o tema “Gestão sem Fronteiras”, o evento reuniu importantes empresários e executivos do país para discutir a dinâmica empresarial em um mundo em que as fronteiras vêm sendo ultrapassadas, sejam elas tecnológicas, geográficas ou culturais.
Participaram os presidentes do Valor Econômico, Alexandre Caldini; do Grupo Foco, Eline Kullock; da SambaTech, Gustavo Caetano; da Cummins, Luiz Pasquotto; e da Precon, Marcelo Miranda.
Os CEOs palestraram de acordo com a temática dos seguintes painéis: “O valor da informação para uma liderança sem fronteiras” e “Quebrando paradigmas: A construção de uma gestão empreendedora voltada para a inovação e competição global”.
“Se a empresa quiser ser global, não podem haver fronteiras geográficas nem raciais”, afirma o presidente da Commins, Luiz Pasquotto. Ele explica que a empresa está presente nos 10 países, mas que 60% do mercado é brasileiro, 18% do Chile e o restante distribuídos nos demais países, sendo a América Latina responsável por 10% do faturamento mundial da organização.

Já o presidente do Valor Econômico, Alexandre Caldini, falou sobre as transformações que a indústria da informação vem passando. “É uma indústria que tenta se adaptar ao ritmo rápido das mudanças e ao bombardeio de informações”, explica.
Uma tendência de gestão que vem se tornando cada vez mais comum é o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. A presidente do Grupo Foco, Eline Kullock, afirma que os trabalhos vão passar a ser feitos a distância. 
“A tendência do home office e dos third places, lugares alternativos para trabalhar - a exemplo de uma cafeteria ou livraria, é crescente. A demanda da sociedade por qualidade de vida e a pressão por redução de custos aumenta essa tendência”, completa. 
O presidente da SambaTech, Gustavo Caetano, define que a inovação acontece a partir do questionamento de processos simples e passa por diversas experiências até encontrar a certa. “Criar uma inovação não significa, necessariamente, criar algo complexo. Deve ser algo que melhore a vida das pessoas, deve consertar algo que está errado e prevenir que algo bom desapareça”.