O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, suspendeu a sessão da Câmara destinada a votar a MP dos portos. O motivo foi tumulto provocado por manifestação feita pelo deputado Toninho Pinheiro (PP-MG), que se colocou à frente da mesa que dirigia os trabalhos com faixa criticando a retirada de recursos da saúde. Com a suspensão, torna-se mais difícil a aprovação da MP: se o texto não for votado hoje na Câmara, ainda a tempo de ser lido na sessão do Senado, não será possível aprová-lo dentro do prazo que se encerra na próxima quinta-feira (16). O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), reconheceu as dificuldades.
- O prazo está cada vez mais apertado, mas vamos continuar tentando. Temos que votar a tempo de ler a MP na sessão do Senado de hoje - disse o deputado em entrevista à TV Câmara.
O presidente da Câmara lamentou que o clima da sessão tenha voltado à troca de acusações entre parlamentares. Ele pediu que os deputados restabeleçam o clima de respeito.
- Quem quiser se destratar, o faça fora desse Plenário, vamos superar a questão que nos apequena - disse Henrique Eduardo Alves.
O presidente convocou uma nova sessão para as 17h30.
Com informações da Agência Câmara